Anvisa estuda modelos de aconselhamento regulatório e aprovações condicionais para terapias avançadas
Representantes do setor defendem articulação entre todos os entes para reduzir custos e acelerar a chegada de novas tecnologias avançadas
Representantes do setor defendem articulação entre todos os entes para reduzir custos e acelerar a chegada de novas tecnologias avançadas
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tem atuado para impedir irregularidades relacionadas aos medicamentos injetáveis de GLP-1. Uma das ações é a instrução normativa para regular a importação de Insumos Farmacêuticos Ativos (IFAs) agonistas e co‑agonistas do receptor GLP‑1/GIP destinados à manipulação magistral. A proposta a ser discutida em reunião ordinária pela agência detalha as regras para a qualificação de fornecedores, realização de ensaios de controle de qualidade, estabilidade, armazenamento e transporte, entre outros pontos. A nova norma será apreciada em reunião ordinária da diretoria na próxima quarta-feira (6), após adiamento da reunião nesta semana.
Para as fontes ouvidas pelo Futuro da Saúde, a proposta divulgada apresenta lacunas. Apesar de ser um avanço no cenário brasileiro para regular a entrada e a qualidade dos insumos para a manipulação dos medicamentos, o texto carece de itens para garantir a sua eficácia como produto magistral. De um lado, há um pedido por maior urgência no prazo para entrada em vigor da regra; de outro, há uma crítica devido à ausência de análise de impacto regulatório, dispensada neste processo.
O conselho de ministros da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) publicou, nesta quarta-feira (29), uma portaria prorrogando a entrada em vigor da resolução nº 3/2025, que altera as regras para precificação de medicamentos no Brasil. A norma entraria em vigor hoje, mas foi adiada por 30 dias. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e assinada pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha.
A resolução nº 3/2025 havia sido publicada em 30 de dezembro e recebeu críticas por parte da indústria. Pontos relacionados a biossimilares, limitados a 80% do valor do medicamento biológico referência, cesta de preços e precificação provisória estavam entre os principais apontamentos. Com o adiamento, a norma da CMED entra em vigor em 29 de maio.
Papéis da companhia tiveram a segunda maior alta do Ibovespa com aceleração das vendas
“Não temos os números ainda, mas não deve ser nada significativo”, afirma Ramon Sanches, diretor de relações com investidores
Brasil corre o risco de transformar a regulação em barreira de acesso a medicamentos
Com a liquidação do Cartago Fundo de Investimento Financeiro em Ações, que era detentor de 35.390.320 ações ordinárias da Biomm – 25,86% de seu capital social –, os papéis foram transferidos ao Banco de Brasília (BRB), único cotista do fundo.
As informações foram divulgadas pela Biomm, em comunicado ao mercado, nesta segunda-feira (27).
As ações da Hypera (HYPE3) encerraram a segunda-feira (27) em estabilidade, cotadas a R$ 22,74 (+0,25%) e refletindo o clima de cautela que domina o papel às vésperas da divulgação de seus resultados financeiros, prevista para amanhã (28). O ativo encontra-se em um verdadeiro “limbo” técnico, operando dentro de uma zona de consolidação que desafia a paciência dos investidores e torna qualquer movimento impulsivo um risco elevado.
As receitas da companhia, que quase dobraram no período, e as vendas diretas ao consumidor (“sell-out”), que também aceleraram, contribuíram para o resultado
Parceria com a Unico Skill dá acesso a 26 mil cursos para mais de 6 mil colaboradores; familiares também pode usufruir do benefício