As ideias de Bill Gates para evitar uma nova pandemia

É improvável que quem acredita nas histórias lunáticas se dê ao trabalho de ler “Como evitar a próxima pandemia”, o que é uma pena. O recém-lançado livro do cofundador da Microsoft talvez não seja tão iluminador para muitos que acompanharam o noticiário dos últimos dois anos e meio e acreditam na ciência, mas é um compêndio de dados e ideias sobre o enfrentamento de uma catástrofe como a covid-19 com a autoridade de alguém que se dedica há décadas à saúde, e particularmente a esforços de combate a doenças contagiosas.

Gates diz que doenças infecciosas são uma obsessão para ele desde 1997. No livro, ele lista uma série de iniciativas que acredita necessárias para deixar o mundo melhor preparado para o surgimento de algum vírus com potencial pandêmico. Na essência, elas giram em torno de investimentos na detecção, troca de informações e coordenação de medidas de combate. Um bom sistema de atendimento básico, enfatiza, é capaz de identificar surtos com muito mais rapidez.

Promoção na área de produtos no Aché

O Aché promove Reynaldo Endo ao cargo de gerente de produtos em nível sênior. Na farmacêutica há um ano e meio, o executivo ocupava o mesmo cargo, mas em nível pleno.
Com experiência no varejo, distribuição e indústria, já soma 12 anos de carreira no canal farma. Iniciou sua caminhada no setor trabalhando na Sandvik. Passou também pela SantaCruz, Hypera, CVS Pharmacy, Walmart e Cimed.

Reinventing the wheel with web3, drug research edition

Martin Shkreli is back to his entrepreneurial ways, just a couple of months after his release from jail.
Shkreli announced on Monday that he’s launching a web3 platform called Druglike. This is not a drug company, mind you – he’s banned from the pharmaceutical industry – but an open-source platform for drug research, according to a press release:

Saúde avalia flexibilizar regras de importação de medicamentos

Diretores e secretários do Ministério da Saúde têm se reunido com representantes de empresas farmacêuticas para avaliar a possibilidade de flexibilização das regras de importação de medicamentos por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O objetivo é se preparar para uma eventual falta de medicamentos e insumos nos hospitais do país, sobretudo no Sistema Único de Saúde (SUS).

Lideranças se reúnem na sede da ASCOFERJ para discutir MIPs e piso salarial

Em relação ao PL do piso salarial, Rafael Espinhel, presidente executivo da ABCFARMA, relembrou que 65% do setor é representado por pequenas farmácias, com faturamento mensal médio de R$ 50 mil: ‘Quando se quer estipular um piso de R$ 6,5 mil para o responsável técnico, ocorre a inviabilidade da continuidade do exercício da atividade empresarial de um número significativo de farmácias’.
Já o PL 1774 também acarretaria na diminuição do número de farmácias menores. Espinhel explicou que, ao se permitir a venda de medicamentos em estabelecimentos que não atendam às mesmas regras sanitárias, sem um profissional farmacêutico, seriam impactadas não apenas a questão financeira, mas também a sanitária e de saúde pública.