Novos dados mostraram que impureza identificada em anti-hipertensivo não tem a toxicidade inicialmente identificada.
Para o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini, “mais uma vez prevaleceu a ciência”. “Os novos testes realizados pelas autoridades sanitárias internacionais constataram que as impurezas inicialmente detectadas não causam danos à saúde dos consumidores e a Anvisa retirou a determinação de recolhimento desse importante fármaco. Esperamos que a mesma ênfase dada à divulgação do suposto problema seja dada agora à informação relevante de que a losartana, anti-hipertensivo com cerca de 25 milhões de usuários no Brasil, é um medicamento seguro e nenhum paciente deve interromper seu tratamento com esse produto”, disse Mussolini, em nota.