Cidade em SP registra casos de pneumonia que causou surto na China
De acordo com autoridades, casos envolvem crianças, que foram hospitalizadas mas estão bem
De acordo com autoridades, casos envolvem crianças, que foram hospitalizadas mas estão bem
Brasil é o primeiro país no mundo a oferecer o imunizante no sistema público de Saúde
A gestora Mergus pretende investir R$ 60 milhões em startups até 2025. Desde 2021, a casa fez 18 aportes em empresas iniciantes com alto potencial de crescimento em um total de cerca de R$ 40 milhões.
A gestora levantou recursos por meio de dois fundos de venture capital para apostas em empresas iniciantes e inovadoras em mercados como mobilidade, saúde e bem-estar, relação homem-máquina, experiência virtual, “full life cicle design” e novo mercado financeiro.
O primeiro fundo concentrou-se em startups voltadas para “deeptech” e “hard sciences”, termos em inglês que, segundo a gestora, compreendem inteligência artificial pura e aplicada, biotecnologia, nanotecnologia e internet das coisas (IoT, na sigla em inglês).
Quase 60% das ofertas de ações em 2023 foram de companhias que usaram todo ou parte do dinheiro na redução de alavancagem
O Conselho de administração da Eurofarma aprovou o pagamento de Juros sobre capital próprio de R$ 11,5 milhões.
A economia mundial, contudo, terá várias batalhas pela frente neste novo ano, desde eleições cruciais até a dívida soberana crescente.
Por último, 2023 ficou longe de ser um ano tedioso para a tecnologia que alguns esperavam. O ChatGPT tornou-se o aplicativo de crescimento mais rápido de todos os tempos, e o alvoroço sobre a inteligência artificial generativa ajudou a impulsionar o mercado de ações. A adoção da IA generativa por empresas em 2024 pode ajudar a sustentar o crescimento da produtividade, que deu sinais de decolar nos EUA em 2023. Outras inovações recentes também são promissoras. A aprovação das agências reguladoras a medicamentos para perda de peso — como o Wegovy da Novo Nordisk — pode ajudar a reduzir os encargos com serviços de saúde. E o avanço da Toyota nas baterias sólidas pode ser um divisor de águas para o setor dos veículos elétricos.
É o primeiro fundo do banco dedicado a apoiar negócios de alta tecnologia na área da saúde, um setor onde muitas companhias perderam valor significativo desde 2021
As superbactérias emergiram como uma grande ameaça à saúde, depois que antibióticos e outros tratamentos começaram a ficar ineficazes em razão de seu uso descuidado ou em excesso. Embora o medicamento em desenvolvimento pelo laboratório farmacêutico suíço Roche tenha sido testado em apenas um tipo de bactéria, a maneira como funciona sinaliza que poderia ser eficaz contra outros micróbios – e encorajar os tão necessários investimentos em pesquisa na área.
“Descobrimos uma nova maneira de matar bactérias. É possível imaginar ajustes químicos para lidar com outros alvos”, disse Michael Lobritz, chefe global de doenças infecciosas na Roche Pharma Research & Early Development. Lobritz é coautor, ao lado de especialistas da Universidade de Harvard, dos dois artigos publicados sobre o assunto na revista “Nature” nesta quarta-feira.
A Roche está na fase 1 dos ensaios clínicos em humanos a nova droga, cujo alvo é uma bactéria conhecida como Acinetobacter baumannii resistente a carbapenêmicos (Crab, na sigla em inglês). O agente patogênico, que causa sepse (infeçção generalizada) e pneumonia, prolifera em hospitais, em razão da facilidade de transmissão entre pacientes debilitados por outras doenças.
No ano passado, o volume de operações anunciadas até 27 de dezembro chegou a R$ 234 bilhões, o que representa uma queda de 17% na comparação com 2022, quando o segmento movimentou R$ 283,04 bilhões. Os dados são da consultoria Dealogic e já consideram o anúncio da venda da Amil para o empresário José Seripieri Junior, por R$ 11 bilhões. O negócio, acertado logo antes do Natal, foi um dos maiores de 2023 e ajudou a atenuar a queda, mas não impediu que o desempenho do ano passado fosse o pior dos últimos seis.
Com os sinais de melhora que entraram em cena principalmente a partir do segundo semestre de 2023, os bancos de investimento que atuam no Brasil voltaram a ganhar mandatos. Assim, a expectativa é que as operações ganhem tração.
Entre as transações aguardadas para ter um desfecho em 2024, há negócios multibilionários, com potencial de alavancar o volume anual. Dentre eles, as expectativas recaem sobre a eventual fusão entre Eneva e Vibra e a venda da Braskem, processo que se arrasta há anos.
“O ano [passado] começou muito adverso, mas depois de março os diálogos foram retomados e na metade do ano essas conversas viraram mandatos. E a expectativa é que esses mandatos virem transações em 2024”, diz o responsável pela área de fusões e aquisições do Bank of America, Diogo Aragão.
Os estrangeiros voltaram a olhar Brasil com mais força. O interesse ainda está muito forte”
2024 promete vendas mais fracas de medicamentos devido ao menor reajuste esperado, de acordo com o Citi. O movimento deverá impactar ações de nomes do setor como Blau Farmacêutica (BLAU3), Hypera (HYPE3), Viveo (VVEO3) e RaiaDrogasil (RADL3).
Além disso, nomes como Oncoclínicas (ONCO3) deverão ser afetados, considerando que possuem contratos atrelados ao índice do Comitê Técnico-Executivo da de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
As ações das companhias mencionadas na análise do banco estão em queda na tarde desta terça-feira (2), às 16h20 (horário de Brasília), em um dia de forte baixa do Ibovespa. Os papéis da Blau caem 4,01%, a R$ 15,75; Hypera desce 1,87%, a R$ 35,08, Viveo recua 3,08%, a R$ 13,52, RaiaDrogasil desce 1,32%, a R$ 29,01 e Oncoclínicas perde 3,3%, a R$ 12,57.
O Citi considera que as tendências de receitas para as companhias serão negativamente afetadas, assim como é possível esperar uma “expansão mais suave da margem bruta para RaiaDrogasil no segundo trimestre”, afirma. A análise leva em consideração a deliberação do CMED sobre o cálculo que será realizado para índice que reajusta medicamentos.
“De acordo com o IPCA reportado em novembro de 2023 (que não deve diferir significativamente da inflação acumulada nos últimos 12 meses esperada para fevereiro de 2024) e um provável baixo fator de contribuição Y, agora estimamos o limite de precificação para 2024 em cerca de 4,7%, ou ligeiramente abaixo da linha de base de 5,6% em 2023”, considera o Citi.