BTG Pactual projeta entradas de quatro ações no Ibovespa em maio

O texto diz ainda que Usiminas PNA, Arezzo ON, Aliansce Sonae ON, Carrefour ON e Energisa units podem ser adicionadas ao IBX50, enquanto CCR ON, Casas Bahia ON, Minerva ON, Hypera ON e Klabin units podem ser excluídas. Já em relação ao IBX100, Caixa Seguridade ON, Gafisa ON e CPFL ON tendem a entrar no referencial, ao passo que Ecorodovias ON e M. Dias Branco ON têm chance de exclusão (GOLL PN foi retirada após entrar em recuperação judicial).
Mais recente Próxima Como investir? Mais do que nunca, depende de quem você é

União Química planeja IPO e avalia fábrica no Oriente Médio

Dona do maior parque industrial farmacêutico do Brasil, a União Química está pronta para seguir em frente com uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Ao mesmo tempo, quer acelerar seu projeto de internacionalização, com o registro de novos produtos no mercado externo e a construção de sua primeira fábrica fora do país, no Oriente Médio.

Com R$ 3,96 bilhões de receita líquida no ano passado, a farmacêutica pretende listar ações na B3 para financiar seus planos de fusão ou aquisição. “Estamos sempre buscando oportunidades”, disse ao Valor o presidente e dono do grupo União Química, Fernando de Castro Marques.

As demonstrações financeiras já estão adequadas às exigências da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), mas um passo adiante no mercado de capitais vai depender também das condições externas. Ainda não há um banco contratado para a operação, que poderia ser consumada já em 2024.

Reajuste dos medicamentos: governo define em 4,5%

O reajuste dos medicamentos ficará em 4,5%, definiu a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). Quem afirma é o Diário do Nordeste, segundo informações do diretor do Sincofarma Ceará, Maurício Filizola.

Como é costume, a expectativa é que o reajuste seja oficializado no Diário Oficial da União (DOU) apenas no próximo dia 31. A partir da publicação, as farmácias poderão repassar os novos preços.

“Geralmente, as farmácias aguardam a chegada dos cadernos de preços, até para comprovar para o consumidor final”, explica o diretor.

Neste ano, o reajuste dos medicamentos será o mesmo para todos os remédios.

Diário Indústria & Comércio

No Mês da Mulher, a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para o Autocuidado em Saúde (ACESSA) reitera seu compromisso com a diversidade tendo duas mulheres na presidência e metas ousadas junto ao setor público e privado

Em mais de 30 anos de trabalho ativo no Brasil, a ACESSA, antiga ABIMIP, vem ampliando cada vez mais seu campo de atuação com lideranças femininas em destaque na organização. Pela primeira vez na em sua história, duas mulheres estão à frente da entidade: Leonora Coimbra (Hypera) ocupa o cargo de Presidente do Conselho, assim como a Dra. Marli Sileci ocupa o cargo de Presidente Executiva da Associação. Além disso, a diretoria é majoritariamente composta por vozes femininas, como Carmenza Alarcon (Sanofi), Gabriela Mallmann (Aché), Gina Mejia (Kenvue), Fabiana Queiroz (Reckitt), Marcia Braga de Abreu (Aché), Mariana Lucena (Haleon) e Larissa Michellucci (Sanofi).

Leonora Coimbra é formada em Farmácia e pós-graduada em Farmácia Industrial e Farmacologia Clínica. Ela possui um forte conhecimento do setor industrial farmacêutico e de produtos para o Autocuidado e experiência de mais de 20 anos em empresas multinacionais e nacionais, com foco em Assuntos Regulatórios e Relações Governamentais. Como Diretora de Relações Governamentais da Hypera Pharma, desde 2018, é responsável pelo relacionamento e comunicação com organizações, comunidades, entes públicos nas esferas dos poderes executivo, legislativo e judiciário, a níveis municipais, estaduais e federal. Ela afirma que “a ACESSA tem um claro objetivo de fortalecer o setor, por meio da geração de dados que auxiliem na promoção de políticas públicas que promovam a prática do Autocuidado no Brasil. Por isso, nos dispomos a colaborar com agências reguladoras, fundações do setor de saúde e membros dos poderes executivo e legislativo para que o país faça melhor uso da estrutura do sistema de saúde”.

Vacina contra dengue é segura, apesar de reações alérgicas, dizem especialistas

“A vacina é segura. As reações alérgicas, especialmente as leves, são comuns e podem acontecer a qualquer fármaco. Eventos como esses são considerados extremamente raros”, diz o infectologista e professor da Unesp, Alexandre Naime Barbosa.

Do total de 70 reações, apenas 16 foram consideradas graves, caracterizadas pela anafilaxia, segundo nota técnica do Ministério da Saúde. Os sintomas incluem irritação na pele, náuseas, vômitos, dificuldade respiratória e choque hemorrágico. Já os casos leves, a maioria, podem incluir a manifestação de vermelhidão e dor na região da aplicação.

De acordo com a Takeda, farmacêutica responsável pela produção da Qdenga, os estudos clínicos envolveram mais de 28 mil pessoas de 1,5 a 60 anos de idade em 13 países ao longo de 15 anos e demonstraram a eficácia da vacina em reduzir 80,2% de casos de dengue sintomática e 90,4% de hospitalizações.

“Os dados embasaram a rigorosa avaliação dos órgãos regulatórios para a aprovação da vacina no Brasil e culminaram também na recomendação da vacina pela OMS (Organização Mundial da Saúde)”, diz nota.