Caneta emagrecedora: Wegovy chegará ao Brasil em agosto

Wegovy, a primeira injeção semanal para tratamento de obesidade aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), chegará às farmácias do país em agosto deste ano. A fabricante Novo Nordisk confirmou o lançamento do produto na manhã desta quarta-feira (26).

O medicamento custará até R$ 2.484 em estados em que o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é de 21%, como o Piauí. Em São Paulo, a droga deve chegar a R$ 2.383, uma vez que a alíquota do estado é de 18%. Segundo a farmacêutica, porém, programas de fidelidade reduzirão o preço.

Elo entre mulheres vira trunfo de franquias de cosméticos

Ao identificar o crescimento do ramo em países como Estados Unidos, com produtos feitos a partir de matéria-prima orgânica, origem vegana e sem crueldade animal, ela criou a marca digital Simple Organic, em 2017. “Mas comecei a sentir falta [do contato com o público], porque a gente trabalhava com o sensorial, e a brasileira quer sentir o cheiro, ver na pele, testar a base.”
Patrícia, que é CEO da marca, diz ter se sentido sozinha ao longo da carreira. “O empreendedorismo já traz uma solidão e, quando você é mulher, é mais solitário ainda.” Em 2020, quando começou a receber propostas de aquisição da empresa, o sentimento cresceu. “Eram sempre homens nas reuniões.” Ela fechou o negócio na 17ª proposta, a única feita por uma executiva —que amamentava um bebê de três meses durante a chamada por vídeo.

Ela vendeu parte da empresa para rede de farmácias Hypera Pharma, visando ampliar o negócio e aumentar sua troca com mulheres em cargos executivos.

A situação atual do capital de risco no Brasil, segundo a head de CVC da Eurofarma e um sócio da Astella

Hoje, praticamente um terço dos produtos desenvolvidos pela Eurofarma, que teve uma receita líquida consolidada de R$ 4,3 bilhões no primeiro semestre de 2023, vêm da inovação aberta. Do CVC da companhia, saíram iniciativas como a criação de um aplicativo para ajudar pacientes com Parkinson e um banco de dados com informações de fenótipos da população brasileira. O primeiro fundo, de R$ 45 milhões, lançado em 2019, investiu em dez companhias. Criado no ano passado, o segundo fundo, Eurofarma Ventures, dispunha de R$ 500 milhões para investir em biotechs. Para o próximo ano, preparam um terceiro fundo, que terá como foco empresas disruptivas do setor.

Com R$ 1 bilhão de ativos sob gestão, a pioneira Astella, fundada em 2008, foca em investimentos em estágios iniciais, liderando rodadas de pré-seed, seed e Série A. Seu portfólio é composto principalmente de startups de SaaS, mas também há espaço para e-commerce, marketplaces, empresas impulsionadas por IA e análise de dados. Um de seus investimentos mais recentes foi na Gabriel, startup com proposta inovadora para melhorar a segurança pública, operando um parque privado de câmeras voltadas para a rua – seu sistema já opera em bairros do Rio de Janeiro e de São Paulo. Confira a seguir os principais trechos da conversa entre Erica Menezes e Daniel Chalfon.

Fim das bulas impressas pauta reunião da Anvisa

Uma reunião da diretoria da Anvisa, marcada para esta quarta-feira, 26/06, discutirá o fim das bulas impressas em algumas categorias de medicamentos. Os diretores da agência abordarão a substituição do modelo atual pelas bulas digitais em amostras grátis e fármacos distribuídos para hospitais, clínicas, ambulatórios e serviços domiciliares de saúde. As informações são do O Globo.

Nova RDC amplia lista de medicamentos isentos de prescrição

O crescente número de fármacos classificados como MIPs está associado a alterações dos critérios estipulados pela agência reguladora. Na nova resolução, sete parâmetros serão analisados pela Anvisa para a categorização. Serão levados em conta tempo de comercialização, segurança, identificação de sintomas, duração de uso, facilidade de manuseio pelo paciente, baixo risco potencial e ausência de potencial de dependência.

Pesquisa inédita avalia alta de preços de medicamentos

Entre os meses de maio e junho, o Brasil registrou um aumento de 0,50% nos preços de medicamentos. Mas o Rio Grande do Sul, vítima de severas enchentes no período, destoou da média e teve elevação de 1,38%. É o que apontou uma pesquisa inédita da Proffer, startup especializada em precificação para o varejo farmacêutico e integrante do ecossistema da Farma Ventures.