FT/ANÁLISE: China está bem posicionada para um confronto comercial com Trump

Terras raras não são único produto chinês que os EUA teriam dificuldade para substituir.
Atualmente, as terras raras parecem ser a arma mais poderosa da China. Mas há outras que poderiam ser utilizadas caso a guerra comercial se intensifique. Uma nova análise publicada na semana passada mostrou que a China é a única fornecedora de substâncias químicas essenciais usadas em produtos farmacêuticos amplamente consumidos – incluindo antibióticos e tratamentos para problemas cardíacos, câncer e alergias. O estudo concluiu que, no total, quase 700 medicamentos usados nos EUA dependem de ingredientes produzidos exclusivamente na China.

Ações de dona do Ozempic despencam após Trump prometer redução de preço nos EUA

As ações da Novo Nordisk, dona da Ozempic, caíram 5% na Bolsa de Copenhague, nesta sexta-feira (17), após o presidente dos EUA, Donald Trump, prometer uma redução drástica no preço do popular medicamento para tratar diabetes e que também é usado na perda de peso.

Nessa quinta-feira (16), Trump afirmou que o preço do Ozempic seria “muito menor” assim que sua administração concluísse as negociações com a Novo Nordisk. O republicano sugeriu que o preço do medicamento poderia cair para até US$ 150 (R$ 815,35) nos EUA. A Novo Nordisk reduziu pela metade o preço do Ozempic nos EUA para pessoas sem acesso a seguro de saúde para US$ 499 (R$ 2.712,41) no início deste ano.

Polêmica do Diazepam expõe maior falha da Anvisa no controle de medicamentos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) enfrentou um extenso período de controvérsia em torno de um lote do medicamento genérico Diazepam 5 mg, fabricado pela EMS, uma das maiores empresas farmacêuticas do Brasil, especialmente no segmento de genéricos. Essa situação trouxe à tona discussões sobre a segurança e a eficácia dos processos de fiscalização […]

Insulina sem registro domina o SUS e governo culpa mercado de emagrecedores

Cerca de 46 milhões dos 67 milhões de canetas e frascos contendo o medicamento entregues em 2025 pelo Ministério da Saúde foram certificados apenas por agências do exterior —uma medida emergencial e que levanta críticas da indústria nacional e questionamentos sobre a qualidade dos produtos.

O ministério atribui a escassez global de insulina à prioridade dada pela indústria para as canetas emagrecedoras. As principais fabricantes do medicamento para diabetes também disputam o bilionário mercado de tratamentos da obesidade. A pasta ainda afirma que seguiu rigorosamente a legislação brasileira e realizou compras emergenciais, sem registro, para evitar desabastecimento.