L’Oreál promove desafio de inovação

Por meio de parceria com a EPISKIN, a L’Oreál irá promover um desafio de inovação com foco em soluções que explorem o uso de tecidos humanos reconstruídos, sem experimento animal.

O desafio, dividido em três categorias – Ciências Verdes, Regeneração e Métodos Alternativos, tem como objetivo receber Provas de Conceito (POCs) que abordem essa temática de forma inovadora e disruptiva.

Os três projetos selecionados terão a oportunidade de receber tecidos no valor de R$ 20 mil, além de treinamento e interação com equipes certificadas da companhia.

BIOLAB ANUNCIA CRIAÇÃO DE SEU CONSELHO CONSULTIVO COM ANA KARINA BORTONI NA PRESIDÊNCIA

A Biolab, uma das maiores empresas farmacêuticas do país e líder em mercados como Cardiologia e Dermatologia, anuncia a reestruturação de seu modelo de governança. Uma das principais mudanças é a chegada da experiente executiva Ana Karina Bortoni como Presidente do Conselho Consultivo Independente.

Com 25 anos de carreira, sendo a maior parte desse tempo na McKinsey & Company, Ana Karina liderou a elaboração do projeto de Governança Corporativa da Biolab.

“Ana se junta a nós com foco em manter nosso crescimento contínuo de forma saudável”, explica o CEO da Biolab Cleiton de Castro Marques.

Sírio e HC também estudam os idosos

Outros grandes hospitais também conduzem estudos sobre o envelhecimento da população. É o caso do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC), que consolidou vários programas sobre o tema sob o Laboratório de Fisiopatologia no Envelhecimento (Gerolab) e o Sírio-Libanês, que possui algumas iniciativas sobre longevidade.

O Sírio Libanês conduz algumas linhas de pesquisa e possui um núcleo de pesquisa avançada em geriatria, para prevenção e controle dos principais problemas de saúde. Do ponto de vista científico, as medidas mais efetivas são basicamente comportamentais, diz o médico Pedro Curiati, responsável pelas pesquisas no Sírio-Libanês. “Pode parecer holístico, mas tem uma vertente científica do envelhecimento cerebral”, afirma.
Os primeiros dados analisados e publicados mostram que uma parcela significativa (53%) tem problemas cognitivos de memória, o que vai influenciar quando a pessoa passa informações no pronto-socorro, explica Curiati. E esses pacientes não têm histórico de demência.

Oswaldo Cruz cria centro de longevidade

Direção do hospital planeja captar R$ 20 milhões ao longo de cinco anos para dar suporte à operação

A participação em um estudo global com 300 mil pacientes acima de 60 anos, durante os últimos 16 anos, foi um dos gatilhos para que o Hospital Alemão Oswaldo Cruz decidisse levar ao mercado seu Centro de Ciência para Longevidade. A América Latina é representada por Brasil, Chile, Argentina e Colômbia, com o acompanhamento de 25 mil indivíduos, a cargo do Oswaldo Cruz, em um mapa mundial que reúne dados de 30 países.

A inclusão dos pacientes, de 35 a 70 anos, ocorreu durante os primeiros quatro anos da pesquisa, que continua ativa. “Uns adoecem, uns falecem, outros continuam saudáveis. Aí comparamos o que levou aquele a adoecer ou morrer, com aqueles que estão sãos”, explica o cardiologista Alvaro Avezum, diretor do Centro Internacional de Pesquisa do hospital Oswaldo Cruz.

O fator mais importante para sobrevida que aparece na pesquisa é a grande força muscular. Entre os vilões estão diabetes e hipertensão, com variáveis como meio ambiente, iluminação, segurança e até o Estado das calçadas, devido aos acidentes que provocam. O segundo preditor mais importante na mortalidade é a escolaridade.

Empresas podem se beneficiar de pesquisas em universidades sobre biomas

Foram filtradas iniciativas em quatro indústrias: cosméticos e perfumaria, saúde e fármacos, saúde animal e químicos renováveis e novos materiais. Entre as empresas interessadas em se conectar com a academia, estão a farmacêutica Aché, a petroquímica Braskem, a Ourofino Saúde Animal e o Grupo Boticário, de cosméticos e perfumaria.

Foram filtradas iniciativas em quatro indústrias: cosméticos e perfumaria, saúde e fármacos, saúde animal e químicos renováveis e novos materiais. Entre as empresas interessadas em se conectar com a academia, estão a farmacêutica Aché, a petroquímica Braskem, a Ourofino Saúde Animal e o Grupo Boticário, de cosméticos e perfumaria.