Brasil registra 1.116 óbitos por dengue em 2024 e bate recorde de mortes pela doença
O número tende a ser ainda maior, já que 1.807 mortes estão em investigação
O número tende a ser ainda maior, já que 1.807 mortes estão em investigação
O especialista lembra também que o aparecimento de antivirais como o Paxlovid, que reduz a gravidade dos sintomas e o risco de complicações, representou outro avanço. O medicamento é recomendado para pessoas com mais de 65 anos e outras patologias.
Começa com os músculos. Quando nos exercitamos, eles liberam moléculas que viajam pelo sangue até o cérebro. Algumas, como um hormônio chamado irisina, têm qualidades “neuroprotetoras” e estão ligadas aos benefícios para a saúde cognitiva do exercício, disse Christiane Wrann, professora associada de medicina no Hospital Geral de Massachusetts e na Escola de Medicina de Harvard, que estuda a irisina. (Wrann também é consultora de uma empresa farmacêutica, Aevum Therapeutics, que espera aproveitar os efeitos da irisina em um medicamento.)
Esses testes avaliam a disponibilidade dos genes causadores da alopecia no paciente e se há predisposição para doenças capilares, segundo Thalita Rodrigues, médica tricologista e conselheira da ABT (Academia Brasileira de Tricologia). “Assim conseguimos direcionar melhor o tratamento do paciente com essa pré-disposição para que seja mais assertivo”, explica.
Apesar de a alopécia ser uma doença crônica, é possível estagnar o processo. “O teste não vai evitar que o paciente desenvolva a doença, mas ela não evolui tanto se ele fizer com que essa manifestação seja mais tardia”, diz.
Um dos principais e mais populares tratamentos utilizados para tratar a alopecia androgenética consiste no uso do medicamento minoxidil, que surgiu como um medicamento para hipertensão.
A distribuição de extrato de canabidiol pelo SUS (Sistema Único de Saúde) em São Paulo deve ter início em maio, de acordo com previsão do governo estadual. O medicamento feito a partir da Cannabis sativa será destinado a pacientes de três condições de saúde raras, marcadas por graves crises epiléticas resistentes aos tratamentos convencionais: síndrome de Dravet, síndrome de Lennox-Gasteau e complexo da esclerose tuberosa.
O grupo técnico da Secretaria de Estado da Saúde, responsável pela implementação da política, finalizou recentemente o protocolo com as diretrizes terapêuticas para fornecimento dos produtos. A partir da publicação do documento, prevista para as próximas semanas, pacientes poderão solicitar o medicamento.
Além de desenho e cores alinhados à renovação da marca, a companhia implementou de forma pioneira QR Code com painel de informações e acesso ao site
A Eurofarma anuncia no Brasil o lançamento de embalagens mais modernas com foco em experiência, acessibilidade e informação, nas linhas de Prescrição Médica, Genéricos, Oncologia e Hospitalar.
Além de uma atualização visual que reforça a marca institucional da empresa, as embalagens, que em seu interior já tratavam de orientar o consumidor sobre o descarte correto, agora também ganham no seu verso um painel contendo QR Code. Esta é mais uma inovação para levar mais informação relevante aos clientes e consumidores, além de todas relacionadas ao produto.
No próximo sábado, 6 de abril, Karla Marques Felmanas, vice-presidente da Cimed, terceira maior farmacêutica do Brasil em volume de vendas, e Luciana Wodzik, CEO da Arezzo&Co, a maior house of brands de moda do Brasil, participam da 10º edição da Brazil Conference at Harvard & MIT. O evento, promovido pela comunidade de estudantes brasileiros da universidade, será realizado em Cambridge, EUA, e este terá como tema central ‘O Encontro dos Vários Brasis’.
A executiva de 49 anos foi reconhecida como uma das 20 mulheres de sucesso pela Revista Forbes. Com uma presença online crescente, Karla Cimed, como é conhecida nas redes sociais, acumula mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e quase 600 mil seguidores no TikTok, tornando-se um exemplo de empresária que utiliza as redes sociais como plataforma profissional.
Unidade de Nova Lima é capaz de atender até 80% da demanda nacional e deixa o país próximo da autossuficiência
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, maior produtora de insulina do mundo e fabricante do Ozempic, fechou contrato de 15 anos com a Elétron Energy, empresa que atua em geração e comercialização de energia, para a construção de um parque solar de grande porte no Norte de Minas Gerais para abastecer toda a demanda da fábrica de medicamentos de Montes Claros (MG).
Neste arranjo societário, a Elétron fará investimento de R$ 245 milhões e o pagamento será feito pela locação da usina, ou seja, um acordo diluído no tempo, referente à autoprodução de energia por arrendamento. Denominada Usina Fotovoltaica Riacho, a unidade ficará em Buritizeiro (MG) e terá capacidade instalada de 75 megawatt-pico (MWp), podendo ser ampliada para 100 MWp.
As licenças da usina já foram emitidas e as obras de terraplanagem começaram. A previsão é que a usina inicie a operação comercial no começo de 2025 e utilize o Sistema Interligado Nacional, por meio de linha da Cemig, para injetar a energia na rede.
Ao Valor, o vice-presidente corporativo da Novo Nordisk, Reinaldo Costa, diz que o objetivo é descarbonizar a produção no Brasil, com a previsão de que a companhia tenha redução de 46 mil toneladas de CO2 por ano ao utilizar apenas energia renovável para produção de medicamentos. Ele acrescenta que isso faz parte da estratégia global da empresa em que todas as unidades fabris espalhadas pelo mundo precisam ter um consumo sustentável em suas operações.
Os dados mostram o que aconteceu com a economia da saúde no país nos dois primeiros anos da pandemia. O aumento da participação das despesas com saúde no PIB na passagem entre 2019 e 2020 é explicado, segundo a analista do IBGE Tassia Holguin, pela alta de 7,1% dos preços dos medicamentos consumidos pelas famílias e pelo aumento de 29,3% do preço dos serviços de saúde pública consumidos pelo governo, ritmos mais intensos que o da média da economia.