EXCLUSIVO: Júnior negocia união da Hypera com rival
Negociação mais avançada é com o grupo NC, de Carlos Sanchez, que se tornaria controlador por meio de incorporação
Negociação mais avançada é com o grupo NC, de Carlos Sanchez, que se tornaria controlador por meio de incorporação
A companhias farmacêutica vale em bolsa R$ 23,8 bilhões. “A Hypera está conversando com todo mundo o tempo todo”, afirma uma fonte que acompanha o assunto.
A Hypera, gigante farmacêutica do empresário João Alves de Queiroz Filho, conhecido como Júnior, está em negociação com rivais do mercado para uma possível combinação de seus negócios. A conversa, que começou com uma potencial aquisição da Hypera pela Eurofarma, agora avança rumo a uma incorporação pelo Grupo NC, dono da EMS, do empresário Carlos Sanchez, segundo fontes.
As oportunidades contemplam cidades como São Paulo, Campinas, Sorocaba e Rio de Janeiro. E o objetivo da farmacêutica é preencher as vagas ainda neste mês de julho.
A EMS deseja também que os profissionais tenham experiências anteriores com vendas, gestão de equipe comercial, análise de relatórios de performance e elaboração de planejamentos estratégicos na região onde pretende atuar.
Esta quarta-feira, dia 6, promete ser intensa na Câmara dos Deputados com a votação do piso salarial dos farmacêuticos. O Projeto de Lei 1559/21 prevê a instituição do piso em R$ 6,5 mil mensais – o que quintuplicaria os ganhos médios da categoria
No total, foram analisados 30 milhões de artigos publicados entre 1990 e 2018, abrangendo 99 doenças e mais de 3.700 genes. Para acessar todo esse conteúdo, utilizou-se inteligência artificial para identificar relações entre os marcadores genéticos, as doenças e os remédios que eram utilizados nos seus tratamentos.
Segundo os fabricantes do produto, comprimidos ajudam a processar o álcool antes de ele chegar ao fígado e evitam mal-estar do dia seguinte
No centro de tudo, adverte, está a valorização da medicina preventiva. “As pessoas precisam estar mais conscientes da importância da prevenção. Queremos cada vez mais uma saúde preventiva, integrada e híbrida.” Isso pressupõe “pensar no todo, em um ecossistema de sustentabilidade para o setor de saúde”, acrescenta a cardiologista, que se graduou na Medicina de Ribeirão Preto, passou pelo HC e Incor e no exterior participou de programas executivos em Harvard, MIT e Wharton.
Pesquisadores e pacientes brasileiros farão parte de pesquisa clínica internacional do consórcio Anticov.
Essa descoberta pode explicar por que algumas pessoas sofrem efeitos prolongados da infecção —como dor de cabeça, fadiga, perda de paladar e olfato, dificuldades para dormir e “névoa mental”— e também pode ajudar a criar tratamentos para Covid longa