L’Oréal Brasil se torna ‘carbono neutro’ nas 4 unidades no Brasil

A L’Oréal Brasil acaba de anunciar que as quatro unidades que tem no país deixaram de emitir CO₂ (dióxido de carbono). O pontapé inicial da medida aconteceu em 2013, quando a multinacional francesa do ramo de cosméticos lançou o Sharing Beauty With All. Trata-se de um compromisso com sustentabilidade, cuja redução das emissões de carbono nas operações era uma das principais metas. A iniciativa evoluiu para o programa L’Oréal Para o Futuro, que traçou objetivos claros a serem atingidos nos próximos anos, como ter 100% das unidades do grupo consideradas neutras em carbono até 2025. No Brasil, a neutralidade de emissões foi atingida por meio do uso de energias renováveis, a partir da substituição de gás natural nas caldeiras da fábrica por gás biometano ou etanol. A mudança significa uma redução de mais de 2 mil toneladas de CO₂ equivalente por ano (em 2021, o total de emissões foi 2.095 CO₂-eq).

Medicamento para próstata também combate calvíce

A Anvisa autorizou o uso do Dastene para tratamento da alopecia androgenética, a famosa calvície, que acomete homens com mais de 50 anos de idade. Produzido pelo Aché Laboratórios, o medicamento tem como princípio ativo a dutasterida e é originalmente indicado para a prevenção dos sintomas da hiperplasia prostática benigna (HPB), que ocasiona aumento da próstata.

Farmacêutica tem expansão calcada em aquisições

União Química, comandada pelo empresário Fernando Marques, registrou média anual de crescimento de 30% desde 2015 e mira mais ativos.

No trimestre encerrado em 30 de setembro, a empresa apresentou crescimento de 27,9% na receita líquida ao se comparar com igual período de 2021. Alcançou R$ 1,028 bilhão, com Ebitda de R$ 205,5 milhões (alta de 24,2%). Na última linha do balanço, o resultado foi de R$ 125,3 milhões, praticamente igual ao de um ano atrás. “Foi um ano difícil, mas com resultados bons”, afirmou Marques.