‘É impressionante: as pessoas têm medo de vacina e não da covid-19’, diz a presidente da Pfizer no Brasil

Aos 45 anos, dois no comando da farmacêutica no Chile, a executiva se sentia pronta para novos desafios. “Foi uma experiência interessante, mas o país já estava ficando pequeno para mim”, arremata, de pé na entrada do restaurante, envolta em um bolero, a alternar o peso do corpo entre os pés em saltos altos e finos e esfregar as mãos para se aquecer.

Losartana: Anvisa revoga recolhimento de anti-hipertensivo

“As evidências demonstraram, a partir de novos testes realizados, que a impureza ‘azido’ não possui a toxicidade inicialmente identificada. Assim, com os novos dados apresentados, os limites de segurança foram recalculados, indicando que os lotes do medicamento que foram recolhidos ou interditados não ultrapassam os limites de segurança”, traz o comunicado da Anvisa.

Anvisa revoga proibição sobre a losartana

Novos dados mostraram que impureza identificada em anti-hipertensivo não tem a toxicidade inicialmente identificada.

Para o presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma), Nelson Mussolini, “mais uma vez prevaleceu a ciência”. “Os novos testes realizados pelas autoridades sanitárias internacionais constataram que as impurezas inicialmente detectadas não causam danos à saúde dos consumidores e a Anvisa retirou a determinação de recolhimento desse importante fármaco. Esperamos que a mesma ênfase dada à divulgação do suposto problema seja dada agora à informação relevante de que a losartana, anti-hipertensivo com cerca de 25 milhões de usuários no Brasil, é um medicamento seguro e nenhum paciente deve interromper seu tratamento com esse produto”, disse Mussolini, em nota.