Casos de dengue no Brasil aumentam 17,5% em 2023
Segundo o Ministério a Saúde, a taxa de letalidade ficou em 0,07% nos dois anos, somando 1.053 mortes confirmadas em 2023 e 999 no ano passado
Segundo o Ministério a Saúde, a taxa de letalidade ficou em 0,07% nos dois anos, somando 1.053 mortes confirmadas em 2023 e 999 no ano passado
O setor de alimentos e bebidas tem sido tradicionalmente considerado menos suscetível a flutuações econômicas, uma vez que é composto por itens de necessidade básica para a sobrevivência humana, o que significa que as pessoas continuam comprando esses produtos mesmo em tempos difíceis. Até que… chega o Ozempic e aparentemente acentua uma venda disseminada de ações nesse setor.
Com a rápida popularidade dessa nova classe de medicamentos para perda de peso e um alerta de possível correlação do consumo dos medicamentos e menor demanda de alimentos e bebidas pela rede Walmart, surge a percepção de que indivíduos que estão fazendo uso de Ozempic, Wegovy e outros supressores de apetite podem estar influenciando significativamente os hábitos de consumo em geral. Uma pesquisa recente realizada pelo Morgan Stanley descobriu que os pacientes tendem a reduzir as refeições e lanches ao tomar medicamentos para perda de peso, além de consumir menos álcool e bebidas carbonatadas.
Embora alguns índices setoriais dedicados a ações de alimentos, bebidas e tabaco estejam sendo negociados próximos do nível mais baixo em dois anos e meio, ainda é cedo para estabelecer relação causal entre medicamentos inibidores de apetite, demanda estrutural por alimentos e bebidas e, por consequência, desvalorização dos ativos, uma vez que vários setores estão sendo impactados pela reprecificação do juro americano, e também por outros eventos de alto nível de incerteza.
A comissão do Ministério da Saúde que decide sobre a incorporação da vacina ao SUS deve convocar reunião extraordinária até o fim de dezembro
Estudo mostra que práticas fraudulentas ou procedimentos desnecessários consumiram cerca de R$ 34 bilhões do que foi arrecadado por operadoras em 2022; gastos levam ao aumento da mensalidade para o consumidor
Parte dos planos está no vermelho, outro grupo está mal e mal se aguentando e apenas umas poucas operadoras apresentam resultados positivos
Pressão alta, aquela barriga maior que deveria, colesterol alterado e glicose sobrando porque o corpo não está absorvendo direito são alguns dos alertas de que você pode ter uma doença pouco conhecida, mas que atinge a cada dia mais brasileiros: a síndrome metabólica.
Reconhecido internacionalmente por entidades médicas e de saúde, este distúrbio age de forma silenciosa e é capaz de dobrar os riscos de morte gerais, além de triplicar a mortalidade por problemas cardiovasculares no comparativo com quem não têm o problema.
Também conhecida como síndrome x, síndrome de raven e síndrome da resistência à insulina, esse conjunto de alterações foi identificado nos anos 1980 e altera o metabolismo e a parte hormonal. Está diretamente conectada ao acúmulo de gordura no centro do corpo e à resistência à insulina.
A saúde voltou a ser líder isolada do ranking de preocupações dos brasileiros entre as áreas que são consideradas sob responsabilidade do governo federal. O setor é o principal problema do país para 23% dos eleitores.
A FDA, a agência americana que regulamenta remédios e alimentos, aprovou nesta sexta-feira (8) a primeira terapia de edição genética a ser utilizada em seres humanos para a anemia falciforme, uma doença debilitante do sangue causada por um único gene mutado.
A agência também aprovou um segundo tratamento utilizando terapia genética convencional para a anemia falciforme, que não utiliza edição genética.
Para os 100 mil americanos com a doença, a maioria deles negros, as aprovações oferecem esperança de finalmente viver sem uma aflição que causa dor excruciante, danos aos órgãos e derrames.
Embora os pacientes, suas famílias e seus médicos recebam as aprovações da FDA com satisfação, obter qualquer um dos tratamentos será difícil e caro.
Os idosos são uma das populações que mais crescem entre os usuários de cannabis nos Estados Unidos. Enquanto alguns usam maconha há décadas, estudos sugerem que outros estão recorrendo à droga pela primeira vez para dormir melhor, aliviar dor ou tratar ansiedade —especialmente quando os medicamentos prescritos, que muitas vezes têm efeitos colaterais indesejados, não funcionam como pretendido.
Em 2007, apenas cerca de 0,4% das pessoas com 65 anos ou mais nos EUA relataram ter usado cannabis no ano anterior, de acordo com a Pesquisa Nacional sobre Uso de Drogas e Saúde. Esse número subiu para quase 3% até 2016. Em 2022, estava em mais de 8%.
O projeto vem sendo financiado pelos governos federal e estadual de Minas Gerais. Iniciativas do setor privado também têm contribuído para o orçamento e continuidade da pesquisa.
A Calixcoca foi a vencedora da fase final da segunda edição do Prêmio Euro Inovação na Saúde. A vacina da UFMG, que já havia conquistado, ao lado de outras 11 grandes iniciativas, o prêmio de 50 mil euros, foi a escolhida como destaque pela comunidade de médicos dos países da América Latina onde a Eurofarma opera para receber a premiação final de 500 mil euros (o equivalente a aproximadamente R$ 2,7 milhões).