Oncoclínicas confirma interesse em realizar oferta subsequente de ações

A Oncoclínicas do Brasil Serviços Médicos confirmou a intenção de realizar uma oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias (“follow-on”). A notícia foi antecipada na segunda-feira pelo Pipeline, site de negócios do Valor.

“A potencial oferta, assim como qualquer operação deste tipo, está sujeita, entre outros fatores, às condições do mercado de capitais brasileiro, à obtenção das aprovações necessárias, incluindo as aprovações societárias e, se for o caso, de terceiros aplicáveis, às condições políticas e macroeconômicas favoráveis, ao interesse de investidores, dentre outros fatores alheios à vontade da companhia”, diz o fato relevante da companhia.

Conforme o Pipeline, o Goldman Sachs, controlador da companhia e líder da operação, será o vendedor no “follow-on” secundário, mas ainda se mantendo como maior acionista. A reportagem informou ainda a possibilidade de a operação incluir uma tranche primária e que o volume deve ser definido até a próxima semana, de acordo com três fontes.

IGP-DI registra deflação de 2,33% em maio, informa FGV Ibre

Com peso de 30% no IGP-DI, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-DI) variou 0,08% em maio, após subir 0,50% em abril. Seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação: Educação, Leitura e Recreação (-0,62% para -3,37%), Saúde e Cuidados Pessoais (1,51% para 0,73%), Transportes (0,19% para -0,22%), Alimentação (0,67% para 0,41%), Comunicação (0,60% para 0,22%) e Vestuário (0,52% para 0,46%).

As principais contribuições para este movimento partiram dos seguintes itens: passagem aérea (-3,67% para -17,91%), medicamentos em geral (3,23% para 0,81%), gasolina (-0,38% para -1,97%), frutas (-0,33% para -1,76%), tarifa de telefone móvel (1,60% para 0,62%) e calçados (1,13% para 0,72%).

Em contrapartida, os grupos Habitação (0,48% para 0,85%) e Despesas Diversas (0,20% para 0,94%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Nessas classes de despesa, as maiores influências partiram dos seguintes itens: taxa de água e esgoto residencial (0,00% para 2,58%) e jogo lotérico (0,42% para 11,77%).

Neosaldina chama público para aproveitar a vida em nova campanha

Neosaldina, especialista em dores de cabeça da Hypera Pharma, leva ao ar nova campanha para mostrar que, com Neosa, a vida sem dor de cabeça pode ser vivida de forma leve e bem-humorada, sempre focada no lado bom da vida. A campanha realizada em conjunto com a Artplan explora o bordão “chamaaaaaaa”, proprietário da marca por causa da assinatura “chama a Neosa”, já conhecida pelo consumidor e evolui a comunicação dos anos anteriores, com linguagem característica do público jovem, sem deixar de lado as outras gerações que estão com a Neosa desde o início.

O filme leva o espectador para um mundo onde a melhor versão da rotina é aquela sem o incômodo da dor de cabeça e enxaqueca – como os momentos de diversão, sejam eles o basquete com os amigos, a maratona de série, a pegadinha na internet ou uma simpática vozinha arrasando no passinho.

“Neosaldina é a marca referência quando se pensa em dor de cabeça e para evidenciar essa mensagem, fugimos do modelo tradicional das campanhas de medicamento com o famoso modelo de problema-solução. ”, explica Carla Dias Araujo, Diretora de Marketing e Comunicação da Cafehyna, área responsável por todas as campanhas e ativações de marca da Hypera Pharma. “O bordão ‘Chama a Neosa’ também é conhecido por todos os consumidores e exploramos nessa campanha o ícone de uma maneira atual e alto astral, que transmite os valores da marca ao mesmo tempo em que gera identificação com o público. ”

US cancer drug shortage forces doctors to ration life-saving treatments

A severe shortage of cancer therapies is forcing thousands of patients to miss life-saving treatments, several leading healthcare organisations have warned.

There are 14 oncology medicines listed “in shortage” by US regulators, including the generic chemotherapy drugs cisplatin and carboplatin, which are first-line treatments for many common types of cancer.

Julie Gralow, chief medical officer at the American Society of Clinical Oncology, said hospitals were already rationing some drugs and doctors were being forced to make difficult decisions about delaying chemotherapy treatment or using substitute medicines, which may not be as effective.

“The concern there, of course, on the part of patients and their clinicians is: ‘are we sure this [substitute drug] is equally effective? Are we potentially in some way reducing the chance for cure?’ I don’t think we have solid data on that but that is a serious concern.”

Medicamento reduz em 25% risco de recorrência de câncer de mama em estágio inicial

O medicamento contra câncer de mama Kisqali, da Novartis, reduziu o risco de recorrência em pouco mais de 25% em um teste crucial em mulheres diagnosticadas em estágio inicial, posicionando a farmacêutica suíça para conquistar novos pacientes e desafiar a forte rival Eli Lilly.

A empresa disse nesta sexta-feira (2) que a redução relativa do risco de recorrência do câncer foi de 25,2% e que os resultados foram amplamente consistentes, independentemente do estado de menopausa ou progressão do câncer dos pacientes.

O Kisqali foi usado no estudo junto com a terapia endócrina padrão para tratar um tipo de câncer que cresce em resposta a hormônios e foi comparado a esse tratamento isoladamente.

Pesquisa avalia redes sociais da indústria farmacêutica

As redes sociais da indústria farmacêutica global estimularam a agência Ogilvy Health a elaborar uma pesquisa inédita. O estudo avaliou os laboratórios que apresentam maior nível de maturidade nessas mídias, considerando não somente o engajamento digital, mas principalmente as estratégias para mobilizar seus seguidores e as comunidades onde atuam.

O relatório, também divulgado pelo Fierce Pharma, apontou Bristol Myers Squibb (BMS), Boehringer Ingelheim e Roche como as farmacêuticas mais maduras na rede social.

A agência avaliou o uso da mídia social por dez empresas com base no fluxo de postagens no Facebook, Instagram, Twitter, YouTube e LinkedIn entre 2021 e 2022. AstraZeneca, Bristol Myers Squibb, Boehringer Ingelheim, Gilead Sciences, GSK, MSD, Novartis, Pfizer, UCB e Roche foram classificadas em uma escala de pontuação até 30.

A norte-americana Bristol Myers Squibb ficou em primeiro lugar com uma pontuação de 20,6, seguida de perto da farmacêutica alemã Boehringer, com 20,3. Fechando o top 3 vem a Roche, com 19,5.

Fracionamento de remédios volta à pauta do Senado

O fracionamento de remédios volta à pauta do Senado Federal. O parlamentar Carlos Viana (Podemos-MG) anunciou nesta semana a apresentação do PL 2881/2023, que propõe a venda obrigatória de medicamentos por meio desse sistema.

As informações são da Agência Senado. Viana ressalta que a RDC 80/2006 da Anvisa, embora permita a prática do fracionamento, “não pegou porque, na verdade, abriu a possibilidade, mas não tornou o fracionamento obrigatório”.

“Com alguma frequência nos deparamos com esta realidade: o médico prescreve sete dias de tratamento com dois comprimidos por dia. Mas, ao comprar o medicamento, a caixa é vendida lacrada com 25 comprimidos, ou seja, muitas vezes pagamos pela quantidade de que não precisamos”, argumenta.

O senador afirma ainda que a indústria farmacêutica acondicionaria o medicamento em uma embalagem fracionável desenvolvida para esse fim, com aprovação da agência sanitária. “Contudo, nem todas as apresentações farmacêuticas podem ser fracionadas, como cápsulas e comprimidos de dosagem única”, pondera.

Na sua visão, o custo-benefício do fracionamento favoreceria o consumidor e também os cofres públicos, contribuindo para estancar a alta inflacionária. Mas quem atua no setor contesta esse argumento.