O que a compra da Jequiti poderia representar para a Cimed?
A possível compra da Jequiti colocaria a Cimed em um segmento de mercado que a farmacêutica até então não ocupa: o de cosméticos e perfumes.
Em março deste ano, em convenção realizada para fornecedores, clientes e imprensa, a farmacêutica deixou claro sua pretensão de expandir os negócios. Para o próximo biênio, o CEO da companhia, João Adibe, apresentou um plano estratégico de alcance da meta de R$ 5 bilhões em faturamento nos anos de 2024 e 2025.
Para além dessa projeção, a Cimed pretende atingir a liderança na área de consumer health no País, ultrapassando gigantes como L’Oréal, P&G e Hypera, que é a atual líder.
E, para atingir a ousada meta, Adibe declarou que as aquisições eram um dos caminhos. O executivo disse que a Cimed poderia entrar em uma fase que classificou como “jornada de aquisições” e que, além disso, construiria estratégias para fazer com que as marcas da farmacêutica fossem as mais amadas pelos consumidores.
A possível aquisição da Jequiti, portanto, colocaria a empresa no mercado de venda, algo em que a Cimed ainda não atua. A Jequiti conta com mais de 200 mil consultores cadastrados.

