Prescrição de remédios e competência de médicos, não de farmacêuticos
Justiça Federal suspendeu resolução que autorizava os farmacêuticos a prescreverem medicamentos
Justiça Federal suspendeu resolução que autorizava os farmacêuticos a prescreverem medicamentos
Presidente americano anunciou hoje tarifas de importação lineares sobre produtos estrangeiros que chegam aos EUA, mas deixou medicamentos fora por enquanto
Uma das farmacêuticas pioneiras no segmento premium foi a Aché, com a marca Profuse. Segundo o diretor executivo de comercial, medicamentos isentos de prescrição (MIP) e dermocosméticos do laboratório, Marco Antonio Teixeira, trata-se de um mercado “bastante concorrido”, com variedade de marcas. O segmento é liderado por marcas como La Roche Posay, Vichy, Skinceuticals e CeraVe, do conglomerado francês L’Oréal. Outros nomes com participação de mercado relevante são Bioderma, da NAOS, Cetaphil, da Galderma, e Darrow, parte do grupo Pierre Fabre.
“Nosso objetivo principal é atender a todas as necessidades da cosmiatria e do médico dermatologista. Trabalhamos com dermocosméticos de alta performance, desenvolvidos a partir de estudos científicos e com concentrações elevadas de ativos, sempre com a expertise farmacêutica do Aché”, informou ao Valor. O segmento representa 2% do negócio da companhia.
Os nomes dos cargos podem variar de uma empresa para outra, mas todos eles têm em comum a precisão na leitura dos novos tempos e a sagacidade para implementar ações vitoriosas em gigantes do porte de MRV, Duolingo, Bauducco, Visa, Grupo Cimed, BRF, Danone, Claro, Natura e Coca-Cola Brasil.
A trading japonesa Marubeni anunciou na terça-feira que comprará uma participação majoritária no negócio de vendas de medicamentos da Sumitomo Pharma na Ásia, por aproximadamente 45 bilhões de ienes (US$ 301 milhões).
A Sumitomo Pharma vende cerca de 50 produtos na China e no Sudeste Asiático. Esses medicamentos tratam principalmente doenças neurológicas e infecciosas.
As políticas de Trump não mudam a estratégia da Votorantim S.A. no país, segundo o CEO da holding, João Schmidt, em entrevista ao Valor. No Brasil, também não há mudança de direção, afirmou. A companhia reforçou, neste mês, a sua posição na farmacêutica Hypera, e agora quer participar do conselho, em meio à disputa do fundador com a EMS.
Parisotto estaria alinhado com Carlos Sanchez, fundador da EMS, que tem cerca de 6% na companhia fundada por João Alves de Queiroz Filho, conhecido como Júnior, sua principal rival
Com aporte de R$ 592 milhões, companhia vai construir sua terceira unidade produtiva; grupo planeja dobrar faturamento
Decisão atendeu a pedido do CFM, que alegou que a resolução violou atribuições exclusivas da profissão médica
Posição ainda não é oficial. Integrantes da sua equipe afirmam ser necessário aguardar uma análise mais aprofundada