Exportação de Vonau Flash® para Arábia Saudita abre as portas do Oriente Médio para o antiemético líder da Biolab

A Biolab acaba de obter aprovação da Saudi Food and Drug Authority (SFDA) para comercialização na Arábia Saudita do seu medicamento antiemético Vonau Flash® (ondansetrona), indicado para o controle de náuseas e vômitos em geral, que será comercializado com o nome comercial Mundell® naquele país.

A Arábia Saudita é o terceiro mercado internacional que aprova o produto da Biolab, já presente em posição de liderança no Equador e na Colômbia.

Eurofarma renova gerência de produto

Karine Volpe é a nova gerente de produto sênior da Eurofarma. São mais de 15 anos na indústria farmacêutica, com foco voltado para nutrição.

Desde 2013 na Danone, já ocupa cargos gerenciais há dez anos. Em sua última oportunidade, foi gerente de marca responsável pelos portfólios de gastro e alergia da empresa.

Parceria concretizada: Segunda edição do Linna chega ao fim com contratação de mais de 65% das startups finalistas

Não é de hoje que Libbs investe em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação. A empresa com mais de seis décadas de história tem em seu DNA transformar conhecimento em saúde para a vida das pessoas com a oferta de medicamentos e serviços de alta qualidade. Nesse sentido, a Inovação é um elemento indispensável para a manutenção dos compromissos da empresa com seus parceiros e clientes.

Uma das iniciativas de fomento à inovação é o Linna, um programa de conexão da farmacêutica com startups, scale-ups e pequenas empresas. Lançado em 2021, o programa busca soluções inovadoras para os desafios de negócio da Libbs, com o intuito de gerar valor para a companhia e parceiros.

A segunda edição do programa aconteceu em 2022 e contou com a participação de 164 startups mapeadas e inscritas. Destas, seis startups tiveram a oportunidade de rodar o projeto-piloto e testar as soluções junto à companhia para os desafios propostos pelo programa. Na fase final, cinco tiveram suas soluções escolhidas pelas áreas. ATS Solutions, Checklist Fácil, netLex, Paytrack já estão com contratos assinados para continuidade dos projetos. A quinta selecionada, a Darktrace, passa agora pela avaliação da parceria.

Eurofarma compra colombiana Genfar, da Sanofi, por 299 milhões de euros

A Eurofarma anunciou nesta quarta-feira a aquisição da farmacêutica colombiana Genfar, pertencente à Sanofi, por 299 milhões de euros.

Com operações em genéricos na Colômbia, Equador e Peru, a Genfar possui um portfólio que inclui mais de 140 moléculas, com atuação em 12 classes terapêuticas.

De acordo com a empresa, a operação é pela totalidade da empresa e ainda depende de aprovação de autoridades antitruste. O Itaú BBA assessorou a Eurofarma no negócio.

Solução online empodera indústria em ações no PDV

Uma plataforma exclusiva de gestão online vem ajudando a empoderar a indústria farmacêutica em ações no PDV. Apsen, EMS, Libbs e Sanofi estão entre os players que colhem os frutos da parceria com a IPDV – Inteligência Estratégica em Sistemas. A empresa mantém soluções que permitem o monitoramento integral dos investimentos de merchandising e trade marketing na farmácia.

Criada em 2009, a IPDV já viabiliza a gestão de mais de R$ 900 milhões de verbas comerciais por meio de um portfólio de quatro serviços escaláveis. O iFinance é o mais recente lançamento e permite conferir todo o calendário promocional e de investimentos dos clientes e fornecedores, com integração plena aos sistemas de ERP da indústria.

“Os formatos mais convencionais para acompanhamento e controle dos resultados, incluindo as planilhas, já estão obsoletos. O setor farmacêutico, que ganhou relevância especialmente a partir da pandemia, cada vez mais demanda ferramentas capazes de apresentar os resultados do PDV em tempo real e com absoluta transparência, aprimorando a relação colaborativa entre indústria e varejo”, analisa Fábio Costa, CEO da IPDV, que despertou também o interesse da RD – RaiaDrogasil. A rede utiliza as soluções para rastrear indicadores de todas as suas 2,1 mil lojas.

Mortes de mulheres por hipertensão superam câncer da mama

O número de mortes de mulheres por hipertensão arterial no Brasil deu um salto entre 2019 e 2021, de acordo com um relatório feito pelo pelo Observatório da Saúde Cardiovascular do Instituto Nacional de Cardiologia (INC), que é vinculado ao Ministério da Saúde.

Houve um aumento de 41% nos óbitos por hipertensão entre 2019 e 2021 —os números foram de 14.178 para 20.027 por ano. Em 2020 e 2021, a doença foi a quinta causa de morte mais frequente entre a população feminina, superando o câncer de mama e o acidente vascular cerebral.

RD – Resultados 4T22

DESTAQUES CONSOLIDADOS:
› FARMÁCIAS: 2.697 unidades em operação (260 aberturas e 53 encerramentos);
› RECEITA BRUTA: R$ 31,0 bilhões, + R$ 5,3 bilhões, crescimento total de 20,9% e de 13,3% nas lojas maduras;
› MARKET SHARE: 15,1% de participação nacional, aumento de 1,0 pp com ganhos em todas as regiões;
› DIGITAL: R$ 3,2 bilhões, crescimento de 52,7% e penetração no 4T22 de 11,8% no varejo;
› MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO*
: 10,9% com 0,7 pp de expansão de margem e crescimento de 29,2%;
› EBITDA AJUSTADO: R$ 2.262,1 milhões, com margem de 7,3% e crescimento de 25,2%;
› LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO: R$ 991,8 milhões, com margem de 3,2% e crescimento de 25,8%;
› FLUXO DE CAIXA: Fluxo de caixa livre negativo de R$ 7,8 milhões, R$ 652,7 milhões de consumo total.

Raia Drogasil lucra 48% a mais e vê despesa menor

Maior rede de farmácias do país, a Raia Drogasil (RD) apresentou forte desempenho no fim do ano passado, com base em melhora da alavancagem operacional, e esse cenário deve acelerar a diluição de gastos da companhia no curto prazo, disse em entrevista ao Valor o vice presidente de planejamento corporativo, Eugênio De Zagottis.

Em seu balanço do quarto trimestre de 2022, publicado na noite de ontem, a varejista destaca que os ganhos operacionais recentes – especialmente com a digitalização do negócio após 2019 – abriram espaço para uma maior diluição de despesas administrativas. Essa era uma questão frequentemente levantada por analistas em trimestres passados, por conta do aumento de investimentos que pressionavam certos custos.