Preço emperra lançamento de paracetamol injetável

“O paracetamol injetável já é utilizado fora do Brasil há mais de 15 anos. Temos o registro da Anvisa para esse medicamento há aproximadamente dois anos, contudo, o valor determinado pela CMED o torna inviável”, explica a gerente de Unidade de Negócios Farma da B.Braun, Julia Medeiros (foto) em entrevista exclusiva ao Panorama Farmacêutico durante a Hospitalar.

Ação da Hypera (HYPE3) dispara após empresa fechar acordo por corrupção

Segundo os especialistas da XP, o acordo resolve uma questão de longa data e o efeito líquido do valor da indenização é zero, pois a empresa será ressarcida (e o valor seria equivalente a apenas 0,5% do valor de mercado da empresa). “A nosso ver, o comunicado retira uma carga significativa de incerteza quanto às obrigações da Hypera, além de tornar a ação um ativo mais atrativo para investidores preocupados com a governança.”

Pfizer venderá 32% de joint venture com a GSK

Em comunicado, a GSK informou nesta quarta-feira, dia 1º, que está desmembrando a Haleon, que fabrica a pasta de dente Sensodyne e os analgésicos Advil, para que possa se concentrar em vacinas e medicamentos prescritos. A farmacêutica britânica rejeitou uma oferta de 50 bilhões de libras (US$ 63 bilhões) pela Haleon no ano passado, alegando que a proposta subvalorizou a empresa.

Anvisa determina recolhimento de antibióticos

O Zinnat, fabricado pela GSK, apresentou resultados insatisfatórios em estudos de estabilidade. Em novembro do ano passado, a farmacêutica comunicou que havia submetido à Anvisa a descontinuação temporária do Zinnat Suspensão 70 ml. Já o Cefagel, produzido pela Multilab, apresentou erros no processo de embalagem primária do medicamento.

Pandemia altera ranking de remédios mais vendidos no mundo

As mudanças começaram pela liderança. O imunológico Humira, da Abbvie, perdeu o reinado de nove anos como remédio líder em vendas, mesmo tendo ultrapassado a bagatela inédita de US$ 20 bilhões. Quem tomou o primeiro lugar foi o consórcio entre Pfizer e BioNTech, com a comercialização da vacina contra a Covid-19 – a Comirnaty faturou US$ 36 bilhões.

Três outros fármacos para o combate ao coronavírus entraram pela primeira vez no top 20. O imunizante de mRNS da Moderna, o Spikevax, chegou à terceira posição. Já o REGEN-COV, tratamento com anticorpos da Roche e da Regeneron, figurou no 13º posto, enquanto o 19º foi ocupado pelo antiviral da Gilead Sciences. Ambos registraram receita acima de US$ 5 bilhões.