Saúde amplia idade de vacinação contra dengue para aproveitar doses perto do vencimento
Municípios com baixa adesão poderão ampliar para a faixa de 4 a 59 anos
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Taxa do uso de planos de saúde, embora ainda seja maior que no pré-pandemia, é a melhor dos últimos três anos
A Biomm vai inaugurar uma fábrica de insulina em Nova Lima (MG), em 26 de abril, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação é do CEO da empresa de biotecnologia, Heraldo Machezini. Ele afirma que a unidade é, hoje, a única fábrica brasileira do medicamento – há outras plantas no país de empresas estrangeiras.
“Vamos produzir a insulina glargina, análoga, melhor que a humana. Ela oferece maior segurança para o paciente e significa a possibilidade de mais acesso em termos econômicos e tecnológicos e, sobretudo, o tratamento para 15 milhões de diabéticos que há no Brasil”, disse o executivo ao Radar.
Fruto de um investimento de 800 milhões de reais, a fábrica recebeu aprovação da Anvisa no início de abril. Tem capacidade de produzir 20 milhões de unidades de seringas do tipo carpule por ano – e, em breve, canetas, segundo a Biomm. A empresa afirma que exercerá um papel estratégico para suprir a crescente demanda de insulina no Brasil.
Os investimentos da Nvidia estão voltados às indústrias de biofarmacêutica, em infraestrutura computacional para a descoberta de medicamentos, em robótica e no que a empresa chama de “omniverso”, informou Aguiar.
“Temos tecnologias que nos permitem juntar o mundo real e o virtual, com nossa plataforma “omniverse” para a criação de gêmeos digitais [representações virtuais de infraestruturas que operam como no mundo real, usando IA]. Será uma virada de jogo”, frisou o executivo.
A expansão da Nvidia também envolve lançamentos de supercomputadores em centros de pesquisas nos quais a empresa investe há anos, antes da corrida da IA generativa.
Em nota, o Ministério da Saúde informou que toda incorporação de novas tecnologias no Brasil segue um rito que passa pela análise da Conitec e publicação de portaria. Conforme o ministério, o programa de hemofilia nacional incorporou o emicizumabe para todos os pacientes com inibidor, o que segundo a pasta, representa um avanço “gigantesco e que não ocorre na ampla maioria dos países, já que são poucos os que possuem programas nacionais que garantem a equidade, como o SUS.”
Segue o ministério: “A afirmação de que 72 países fornecem este medicamento para pacientes sem inibidor deve ser analisada à luz de que a maioria não possui sistemas de saúde pública de alcance nacional como o SUS, e que o Brasil possui a quarta maior população de pacientes com hemofilia”.
Para pacientes sem inibidor, o ministério diz que há um tratamento de eficácia absolutamente igual, com custo muito menor, e que é disponibilizado gratuitamente no país.
Avatares e chatbots capazes de transmitir conselhos médicos podem transformar os sistemas de saúde; mas abusos da tecnologia e qualidade das informações ainda preocupam
Nos últimos anos, você passou a encontrar de tudo em uma farmácia, inclusive medicamentos. Esse “tudo” abrange fones de ouvido, eletrodomésticos, papel para impressora, produtos de higiene e limpeza, chocolates, balas e, dependendo da região do Brasil, até carvão para o churrasco. Ou seja, ampliaram o escopo de produtos, portanto, cuidado para não furar o orçamento na farmácia com outros produtos além dos remédios.
Mas a maioria das farmácias –em número, não em vendas– é de pequeno porte. Como a margem de lucro é menor, ampliam os serviços para melhorar os resultados. E as grandes redes também seguem esse caminho, porque faturamento extra não faz mal a ninguém.
Há outra razão, negativa, para a pujança desse mercado –a automedicação, em maior ou menor grau. Brasileiros e brasileiras continuam tentando resolver problemas de saúde com remédios não prescritos por médicos. Não se trata somente de um hábito questionável e perigoso, porque também tem relação com a baixa renda média da população.
O órgão regula medicamentos, vacinas e dispositivos médicos, agrotóxicos, alimentos e cigarros. Ainda faz a fiscalização sanitária de portos, aeroportos e fronteiras.
O órgão regulador tem orçamento de R$ 904 milhões em 2024, sendo que mais de R$ 600 milhões estão reservados para despesas obrigatórias, como a folha salarial.
Já a verba discricionária da pasta alcança cerca de R$ 220 milhões. Esta parcela do orçamento, que é aplicada em contratos e manutenção de serviços da agência, despencou desde 2014, quando havia R$ 530 milhões disponíveis. O valor foi corrigido pela inflação.
A Blau Farmacêutica S.A. foi multada pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) em R$ 13.067.441,04 por vender medicamentos a preços superiores ao Preço Máximo de Venda ao Governo (PMVG). A decisão consta da edição de hoje (15.04) do Diário Oficial da União, vem após a conclusão de um processo administrativo que investigou a infração.
A penalidade imposta reflete o descumprimento das normativas estabelecidas pela CMED, incluindo as Orientações Interpretativas CMED nºs 01 e 02 de 2006, a Resolução CMED nº 03 de 2011 e a Resolução CMED nº 02 de 2018. Estas regras definem os limites de preços que as farmacêuticas podem cobrar do governo, visando assegurar que os medicamentos sejam oferecidos a preços justos e acessíveis.
A multa aplicada destaca a importância da adesão às regulamentações do mercado de medicamentos e serve como um lembrete rigoroso às empresas do setor sobre as consequências de práticas de preços não conformes.
A Cimed tem buscado novas formas de realizar estratégias de comunicação para incentivar a saúde e promover a marca Lavitan. Desta vez, a empresa levou os humoristas Eduardo Sterblitch e Diogo Defante para uma brincadeira durante o Domingão com Huck, onde eles se enfrentaram numa batalha com o intuito de trazer a mensagem da luta contra as gripes de inverno, com aposta como forma de prevenção, repondo vitaminas e minerais importantes para a imunidade.
A proximidade do inverno, quando gripes e resfriados se tornam mais comuns, é um dos principais pontos de atenção da campanha, que faz parte da promoção “Saúde em Dobro”, onde todos os consumidores que comprarem o produto da linha, entre os dias 15 e 16 de abril, levam, automaticamente, a segunda unidade sem custo.
No Brasil, 98% da população brasileira não consome a quantidade de nutrientes necessários por dia, de acordo com estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Com a correria do dia a dia nem sempre é possível consumir todas as vitaminas que precisamos, então o suplemento vem como uma solução para suprir a demanda diária desses nutrientes de forma simples, rápida e acessível”, explica João Adibe Marques, presidente da Cimed.