Medicamento brasileiro inédito, tido como capaz de reverter lesão medular, é apresentado em SP

Os estudos acabaram gerando o atual medicamento polilaminina, uma novidade mundial, apresentada nesta terça-feira (9) pelo laboratório Cristália, como capaz de regenerar a medula em pessoas que tiveram rompimento do órgão em acidentes de diversas naturezas e que levaram a uma paraplegia —paralisa dos membros inferiores— ou tetraplegia —paralisia de membros inferiores e superiores.

Durante a fase experimental do antídoto, que é aplicado diretamente na coluna, pacientes tiveram recuperação total de seus quadros, sem sequelas e retomando uma rotina sem restrições.

Liminar autoriza EMS a seguir produção de liraglutida, ativo do Saxenda

O Tribunal Regional Federal (TRF) da 1a Região concedeu uma liminar autorizando a farmacêutica EMS a seguir com a produção e comercialização de seus produtos à base de liraglutida.

Na última quinta-feira, a Justiça havia determinado ao Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (INPI) a recomposição do prazo de patente da liraglutida à Novo Nordisk. De acordo com a decisão, a patente deveria ser recomposta em oito anos, cinco meses e um dia em razão da “injustificada demora” do instituto ao analisar o pedido de patente da farmacêutica dinamarquesa. Entre o pedido de registro da Novo Nordisk e a concessão da patente, passaram-se 13 anos.

A guerra das canetas emagrecedoras chega aos tribunais

A guerra das canetas emagrecedoras no mercado brasileiro escalou de vez para os tribunais. Na noite de quinta-feira, 4 de setembro, a Justiça Federal em Brasília emitiu decisão favorável à restauração da patente da liraglutida pela Novo Nordisk, fabricante do Saxenda e Victoza, que havia expirada em novembro do ano passado. Neste sábado, 6 de […]

Obesidade: Justiça determina recomposição de patente da liraglutida, do Saxenda

A Justiça Federal de Brasília determinou a recomposição da patente da liraglutida, princípio ativo do remédio Saxenda, usado para obesidade. A licença havia chegado ao fim em março deste ano, mas a farmacêutica Novo Nordisk pediu a extensão da vigência alegando que o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) levou mais de 13 anos em sua análise. A decisão cabe recurso.

Na sentença, o juiz federal Bruno Anderson Santos da Silva escreveu que o ajuste no prazo da patente é “a medida mais adequada e eficaz para reparar o dano causado pela ineficiência estatal” devido à demora do Inpi. O magistrado reconheceu o pedido da Novo de estender em pelo menos 8 anos, 5 meses e 1 dia o direito exclusivo de comercialização do remédio.

Por ainda caber recurso, a medida, por enquanto, não afeta a venda de outros medicamentos à base de liraglutida que já estão aprovados no país, como o Olire e o Lirux, da EMS.