Veja quais drogas são bactericidas e não são antibióticos

Novas descobertas estão ajudando os cientistas a enfrentar esse desafio de maneiras inovadoras. Estudos descobriram que quase um quarto dos medicamentos que normalmente não são prescritos como antibióticos, como os medicamentos usados para tratar câncer, diabetes e depressão, podem matar bactérias em doses normalmente prescritas para pessoas.

A compreensão dos mecanismos subjacentes à toxicidade de determinados medicamentos para as bactérias pode ter implicações de longo alcance para a medicina. Se os medicamentos não antibióticos tiverem como alvo as bactérias de maneiras diferentes dos antibióticos padrão, eles poderão servir como pistas para o desenvolvimento de novos antibióticos. Porém, se os não antibióticos matarem as bactérias de maneira semelhante aos antibióticos conhecidos, seu uso prolongado, como no tratamento de doenças crônicas, poderá promover inadvertidamente a resistência aos antibióticos.

Como funciona a vacina ‘personalizada’ contra o melanoma

É um ensaio importante e pioneiro que pode representar um avanço significativo na luta contra o câncer.

Pesquisadores em Londres estão testando a primeira vacina “personalizada” de RNA mensageiro (mRNA) projetada para combater o melanoma, a forma mais letal de câncer de pele.

A vacina, chamada tecnicamente de mRNA-4157 (V940), utiliza a mesma tecnologia das vacinas contra a Covid mais recentes e está sendo testada em ensaios de fase III, última fase de testes antes da avaliação final para aprovação e liberação do uso em larga escala.

Eli Lilly lifts guidance after sales of Mounjaro and Zepbound drugs soar

Eli Lilly raised its full-year revenue forecast by $2bn, propelled by surging sales of diabetes and weight loss drugs Mounjaro and Zepbound, as well as improvements in production capacity.

The Indianapolis-based drugmaker said on Tuesday it now expected full-year revenue to be between $42.4bn and $43.6bn.

Shares in Eli Lilly, which last year became the world’s biggest pharmaceutical group by market value, were up about 7 per cent in pre-market trading and close to record highs struck two months ago.

New products revenue, which includes the weight loss treatments, came in at $2.39bn in the first quarter, up from $600mn during the same period last year.

Prati-Donaduzzi entra na briga por Ozempic genérico

Inspirada pelo sucesso da Novo Nordisk, a brasileira Prati-Donaduzzi resolveu estudar a fabricação do Ozempic genérico. A farmacêutica já mira no fim da patente do medicamento, prevista para 2026. As informações são da Exame.

A base de semaglutida, o remédio é destinado ao tratamento da diabetes, mas ganhou fama mesmo pela sua inibição ao apetite e consequente emagrecimento.

“As farmácias, geralmente, buscam ter entre duas e três alternativas na prateleira. E queremos marcar presença neste espaço”, explica o CEO da indústria, Eder Maffissoni.
De acordo com a reportagem, já faz seis meses que a Prati-Donaduzzi decidiu entrar no mercado de medicamentos para emagrecer. Para tal, o laboratório buscou fornecedores na Ásia e na Europa.

Apesar da importância do projeto, a companhia não revela quanto está investindo no desenvolvimento da droga. Mesmo asism, o CEO afirma que o processo não é barato. “Para se ter uma ideia, o grama da matéria-prima custa em torno de US$ 1.100”, comenta.

Ozempic: quando estarão à venda remédios similares para perda de peso?

A farmacêutica brasileira Biomm fechou um contrato com a indiana Biocon no início deste mês para comercializar um genérico de Ozempic, no entanto, nenhuma das empresas possui uma tecnologia semelhante à semaglutida, ou seja, será necessário esperar a patente cair em 2026 para que o remédio chegue ao mercado.

O CEO da Biomm, Heraldo Marchezini, disse que uma nova fábrica destinada à produção do Ozempic genérico está sendo inaugurada nesta sexta-feira (26/4). Mas, por enquanto, a planta produzirá apenas a insulina glargina.

“Com poucos investimentos, ela poderá passar a produzir genéricos do Ozempic. Acreditamos que a expiração da patente propiciará o crescimento do mercado, queda de preço e, o mais importante, maior acesso dos pacientes ao medicamento”, afirmou o executivo.

Grupo Cedro consolida presença na Biomm

A Cedro Participações, que tem a mineração como carro chefe, diversifica áreas de investimentos e reafirma o compromisso com a saúde no país. A empresa aumentou a presença no capital da farmacêutica Biomm, que passará a produzir insulina glargina para tratamento do diabetes. Com esse movimento, a companhia dá mais um passo significativo em seus negócios, consolidando sua presença na área da saúde e contribuindo no atendimento às necessidades de pacientes diabéticos de todo o país. A farmacêutica Biomm, construída em Nova Lima, é pioneira no setor de biomedicamentos no Brasil com foco na oferta de fármacos acessíveis para o tratamento de doenças crônicas no país. A unidade fabril, que conta com o apoio da Cedro Participações, ocupa um terreno com área total de 100 mil metros quadrados. A área da fábrica é de 12 mil metros quadrados. A ação da holding representa uma vitória para a autonomia na saúde e um futuro com custos reduzidos para pacientes de todas as regiões do Brasil. O investimento estimado pela Biomm na unidade é de R$ 800 milhões. A Cedro é reconhecida pelo seu histórico sólido de investimentos estratégicos e parcerias bem-sucedidas que impulsionam o crescimento de diversos setores da economia.

Vacina da Covid-19 é pivô de disputa judicial entre GSK, Pfizer e BioNTech

A vacina da Covid-19 da Pfizer, em parceria com a BioNTech, pode ter um “efeito colateral” para as duas empresas. Isso porque a GSK alega que as fabricantes romperam patentes de sua propriedade. As informações são da Folha de S. Paulo.

A farmacêutica britânica entrou com uma ação na justiça na última quinta-feira, dia 25, no tribunal federal de Delaware, nos Estados Unidos. Ela argumenta possuir patentes sobre a tecnologia de vacinas de mRNA há “mais de uma década antes” da pandemia do novo coronavírus, que teve início em 2020.

Lucro da Hypera soma R$ 392 milhões no 1º trimestre

A farmacêutica Hypera registrou lucro líquido de R$ 392,2 milhões no primeiro trimestre, alta de 15,9% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Na mesma base comparativa, a receita líquida somou R$ 1,83 bilhão, avanço de 7,6%.

O aumento na receita líquida no trimestre, de acordo com a Hypera, foi impulsionado pelo crescimento recente das vendas ao consumidor final (sell out) no varejo farmacêutico, resultado do desempenho positivo em skincare, produtos de prescrição e similares, com destaque para as categorias de cardiologia, ginecologia, antiespasmódicos e náusea.

O lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) das operações continuadas alcançou R$ 647,8 milhões de janeiro a março, crescimento de 10,2% em um ano.

O fluxo de caixa operacional somou R$ 479,2 milhões nos três meses encerrados em março, uma alta de 58,9% em relação ao apurado no mesmo período do ano passado.

No primeiro trimestre, as despesas gerais e administrativas reduziram em 11,9%, somando R$ 71,1 milhões.

Cimed vai emitir R$ 600 milhões em debêntures para reforçar capital de giro

A emissão será feita em série única e terá vencimento em cinco anos. A remuneração máxima prevista pela farmacêutica é equivalente a CDI mais 0,75%. A taxa final será definida após coleta de intenções de investidores.

Essa é a terceira vez que a Cimed capta recursos no mercado de debêntures. A companhia tem outros títulos emitidos em 2021 e 2022 e que vencem em 2026 e 2027, respectivamente.

A XP coordena a operação, que deve ser concluída no dia 6 de maio.

Cimed lança Carmed Madonna em edição limitada e distribuída gratuitamente

O frisson causado pelo show da cantora Madonna na praia de Copacabana não está mexendo só com o turismo no Rio. Grandes marcas, patrocinadoras ou não da apresentação em 4 de maio, apostam na imagem da popstar para se aproximar do consumidor e turbinar as vendas.

Dona do Carmed — hidratante labial que estourou na internet com parcerias com as balas Fini, a rede de fast food Burger King e as atrizes Maísa e Larissa Manoela —, a farmacêutica Cimed lança nesta semana o Carmed Madonna.

A edição limitada não será comercializada.

Segundo o CEO da Cimed, João Adibe, cerca de 25 mil unidades do produto alusivo ao encerramento da Celebration Tour, que celebra os 40 anos de carreira da popstar, serão distribuídos gratuitamente em farmácias selecionadas em Copacabana.

“O Carmed está entrando em uma nova fase. A gente está pegando um ícone da música pop mundial e atrelando uma marca nacional para se tornar globalizada”, disse Adibe.

Passageiros de algumas viagens da Azul e da viação 1001 com destino ao Rio de Janeiro também serão contemplados, além de hóspedes de três hotéis da rede Ibis em Copacabana e bairros do entorno. Promotores distribuirão o produto em locais estratégicos do bairro.