Roche acelera desenvolvimento de remédios para perda de peso
Laboratório suíço vai acirrar disputa com Eli Lilly e Novo Nordisk
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Outro aspecto que afeta os números são os lançamentos da indústria, e neste ano, já há expectativa que os furtos e roubos nas drogarias cresça versus o ano anterior, por conta da venda do Ozempic, para tratar diabetes. O medicamento, vendido a R$ 1,1 mil a caixa, virou uma febre entre os que querem emagrecer rápido. Neste caso, o produto tem sido mais alvo de roubo, do que furtos de funcionários, pelo aparatos de segurança em torno da Ozempic.
Especialistas defendem abordagem multidimensional no combate à fome e à pobreza
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Se a explosão do hidratante labial Carmed levou a Cimed a receita recorde de R$ 3 bilhões no ano passado, a marca de vitaminas Lavitan é a grande aposta da farmacêutica para chegar aos R$ 5 bilhões em 2025.
Dos R$ 5 bilhões de receita previstos para o próximo ano, R$ 1,5 bilhão deve vir de Lavitan. Mas já em 2024, o principal produto da Cimed deve alcançar seu primeiro bilhão de reais em sell out.
Integrante da terceira geração à frente da EMS, Marcus Sanchez trabalha com foco na perenidade do negócio e transformação digital
Aos 39 anos, o administrador de empresas Marcus Sanchez ocupa a vice-presidência da EMS, laboratório farmacêutico pertencente a sua família. A empresa foi fundada há 60 anos por seu avô materno, Emiliano Sanchez, que até então tinha uma farmácia em Santo André, na Grande São Paulo. Naquela época, ele fazia desde atendimentos até formulação de medicamentos.
A labuta diária deu a ele a expertise necessária para empreender e abrir um laboratório farmacêutico. “Quando ele faleceu, há 35 anos, meu tio Carlos Sanchez, irmão da minha mãe, assumiu a companhia”, diz Marcus. “Ele reestruturou o negócio e, de uma forma bastante empreendedora, colocou em prática tudo aquilo em que acreditava.”
Na visão geral do mercado, os resultados foram fracos, impactados negativamente por fatores sazonais e pela composição do portfólio, mas há expectativas de melhor
m teleconferência de resultados, os executivos da maior fabricante de medicamentos do Brasil sinalizaram nesta sexta que a companhia deve continuar com política de desconto maior nos preços de medicamentos genéricos e similares no segundo semestre, diante de um cenário de competição mais prolongado do que o esperado.
“Devemos continuar com nível de desconto maior no segundo semestre”, disse o diretor de relações com investidores da companhia, Adalmario Satheler do Couto. “Estamos sendo mais agressivos nos genéricos e similares, que têm política de desconto comercial mais agressivo…para mantermos nosso market share ou mesmo ganhar”, acrescentou.
Apesar do custo de manter a política mais agressiva por mais tempo que o esperado, o presidente-executivo, Breno de Oliveira, comentou que isso não deve gerar impactos relevantes na margem da empresa, uma vez que as categorias de genéricos são 15% do portfólio de produtos da Hypera, que incluem dipirona.
Segundo Oliveira, a temporada de gripe deste ano está impulsionando as vendas de medicamentos, com alta de 10% em julho frente a um cenário mais estável no primeiro semestre. Mas a empresa deve estender do final deste ano até o início de 2025 a estratégia de redução de estoques de insumos.
Por outro lado, com a apreciação do dólar frente ao real dos últimos meses, o impacto do câmbio sobre os custos deve ser mais sentido ano que vem, disse Couto, que citou que a Hypera projetava um cotação de R$ 5,10 por dólar para este ano.
“Se permanecer nesse nível o câmbio, temos que ver qual o reajuste” nos preços dos medicamentos ano que vem”, afirmou. Às 12h05 desta sexta-feira, o dólar era cotado acima de R$ 5,65.
Questionado sobre crescimento inorgânico, Oliveira afirmou que o cenário de queda de juros, aliado a portfólios maduros de medicamentos que tendem a ser vendidos por farmacêuticas internacionais, “abre espaço” para a Hypera voltar a considerar aquisições de ativos. “Vemos bastante oportunidade de crescimento” em marcas fortes de OTC (que não necessitam de receita média), disse o executivo.a
Segundo Oliveira, a temporada de gripe deste ano está impulsionando as vendas de medicamentos, com alta de 10% em julho frente a um cenário mais estável no primeiro semestre. Mas a empresa deve estender do final deste ano até o início de 2025 a estratégia de redução de estoques de insumos.