O que diz a ciência sobre remédios naturais para dormir

No entanto, também há trabalhos acadêmicos que afirmam que vários desses e outros ingredientes afetam uma substância química no cérebro, o neurotransmissor ácido gama-aminobutírico, mais conhecido como GABA (sigla em inglês).

Em um dos receptores de GABA pode “ter um efeito inibitório, e haverá sedação em partes do sistema nervoso central”, explicou à BBC James Coulson, professor de farmacologia clínica, terapêutica e toxicologia na Universidade de Cardiff, no País de Gales.

Então, se os ingredientes desses remédios para dormir pudessem fazer isso, eles seriam a varinha mágica que te ajudaria a pegar no sono.

‘Foi mal, tava doidão’: redes reagem a depoimento de Bolsonaro à PF

“Zolpidem”, um medicamento indicado para a insônia, também ficou entre os assuntos do momento, apesar de não ter sido citado pela defesa. Relatos de jovens que sofrem de efeitos colaterais pelo uso do remédio se espalham pelas redes sociais, e publicações no Twitter associam publicação do ex-presidente a ele.

Uma postagem no Twitter diz que, caso a justificativa “envolvendo o Zolpidem funcione, haverá uma corrida de bolsonarista para psiquiatra para pegar atestado médico”. Em trocadilho com o nome do fármaco e do ex-presidente, um perfil chama Bolsonaro de Zolpinaro.

“Mais um efeito colateral do Zolpidem: incitar um golpe de Estado.”

OAZ: a nova marca da Eurofarma que deve faturar, no mínimo, R$ 18 milhões em 2023

A Eurofarma entrou de vez no segmento de consumo com a marca OAZ. A divisão de higiene e beleza nasce com 14 produtos, divididos em três linhas: Oral (com enxaguante bucal), Da praia ao campo (com protetor solar e pós-sol) e Todo Dia (hidratante e sabonete). Até o fim do ano, deve contar com mais de 60 produtos, incluindo também outras categorias, como protetor solar e repelente. Ao aumentar a quantidade de produtos vendidos e de pontos de venda ao longo do ano — hoje, a empresa ainda não fechou contratos com todas as grandes redes farmacêuticas — a Eurofarma estima que esse conjunto de produtos gere um faturamento de, no mínimo, R$ 18 milhões em 2023. A cifra deve quadruplicar nos próximos cinco anos.

Hypera (HYPE3) vai emitir R$ 800 mi em debêntures não conversíveis em ações

A farmacêutica Hypera (HYPE3) informou nesta segunda-feira que seu conselho de administração aprovou a emissão de 800 milhões de reais em debêntures simples, não conversíveis em ações, com prazo de vencimento de 5 anos contados a partir de 25 de abril.

Em comunicado ao mercado, a companhia esclareceu que serão emitidas 800 mil debêntures, cada uma com valor de 1 mil reais.

A remuneração dos papéis será equivalente a 100% do DI, com acréscimo de 2,20% ao ano.

Conforme a Hypera, os recursos obtidos por meio das debêntures serão utilizados em um “reperfilamento de dívidas”.

Como o mercado vê a proposta de Fernando Haddad de acabar com os JCP

O JCP é uma das formas que uma companhia tem para distribuir parte dos lucros aos investidores. A principal diferença para os dividendos está na forma que esse pagamento é contabilizado e tributado.

No caso dos dividendos, o acionista que recebe a remuneração é isento de imposto de renda (IR). Este capital não é dedutível para fins de apuração do lucro líquido, que é tributado em 34%, mais PIS e Cofins.

Já o JCP é entendido como uma despesa para a companhia, por isso é deduzido do lucro antes da incidência de IR.

Na prática, o JCP diminui o lucro líquido tributável e, por consequência, a quantidade de imposto pago. Em contrapartida, os investidores têm um desconto de 15% na fonte sobre a remuneração. “É polêmico, porque pode ser entendido como uma espécie de artifício contábil. A empresa acaba pagando menos impostos por remunerar o acionista”, afirma Daniela Froener, sócia e advogada tributarista do Silva Lopes Advogados.

O pagamento de juros sobre capital próprio é calculado pela aplicação da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), hoje em 6,05% ao ano, sobre o patrimônio líquido da companhia. E esse cálculo não pode ultrapassar 50% do lucro líquido do exercício antes da dedução do próprio JCP, do IRPJ e depois da dedução do CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) ou 50% dos lucros e reservas de lucro acumulados no exercício (o que for maior).

Saiba como a Cimed levou um suplemento para a gravidade zero

A Cimed levou o suplemento Lavitan X Bio Complex para a gravidade zero. A campanha, assinada pelos Abdala Brothers, foi rodada em um voo da NASA, nos Estados Unidos.

O briefing recebido por André e Salomão Abdala tinha como ideia principal mostrar o investimento da Cimed em longevidade, através de pesquisas espaciais.

“Algo que ficou muito claro para a gente foi o conceito. A primeira imagem tinha que ser esse astronauta, em gravidade zero, tentando pegar o Lavitan. É básico, simples, mas muito efetivo. E que escreve muito claro para quem vê: a Cimed está indo para o espaço”, explicou Salomão Abdala.

Medicamentos para gripe ajudam a compensar queda na demanda pós-covid da Roche

Segundo a companhia suíça informou nesta quarta-feira (26), as vendas caíram 6,8%, para 15,3 bilhões de francos suíços (US$ 17,2 bilhões). O recuo é menor do que os analistas esperavam.

O medicamento Covid Ronapreve estava entre os medicamentos que superaram as expectativas de vendas, embora a chefe da unidade farmacêutica, Teresa Graham, tenha dito que os pedidos vieram de contratos previamente acordados. Ela disse que a Roche não espera vendas adicionais de Ronapreve daqui para frente.

Os pedidos do medicamento Vabysmo, para os olhos, e do Xofluza, prescrito para gripe, também superaram as estimativas, enquanto o Tecentriq, para câncer, ficou um pouco aquém.

A atualização desta quarta-feira é o primeiro relatório do CEO, Thomas Schinecker, aos investidores desde que ele assumiu o cargo do atual presidente, Severin Schwan, no mês passado.