Uso de remédio para colesterol é baixo em brasileiros com maior risco, aponta estudo

Quase nenhum brasileiro que sofreu infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) e tem acompanhamento da Estratégia de Saúde da Família (ESF) utiliza adequadamente remédios para controle de colesterol. Sem o uso desses fármacos, o risco de haver novamente as complicações é alto.

A conclusão é de um estudo brasileiro publicado na revista Lancet Regional Health Americas. A pesquisa, financiada pela farmacêutica Novartis, começou com dados de mais de 2 milhões de indivíduos assistidos pela ESF, programa encabeçado pelo Ministério da Saúde. Na iniciativa, agentes comunitários de saúde fazem visitas domiciliares aos pacientes.

Desse total, cerca de 35 mil deles já tiveram um infarto ou um AVC –esse foi o público principal do estudo. Quando alguém passa por algum desses dois problemas, o uso de medicamentos que regulem o colesterol no sangue é uma das principais formas para evitar reincidência. Dentre as opções de remédios, a classe das estatinas são recomendadas.

Novartis mira agora em medicamentos inovadores

O presidente da Novartis, Renato Carvalho, assumiu o cargo em um momento de restruturação. Depois de conseguir a inclusão do abeparvovec no Sistema Único de Saúde (SUS) e finalizar o spin-off da Sandoz, a farmacêutica lança seu olhar para os medicamentos inovadores. As informações são do NeoFeed.

Entre as principais áreas terapêuticas almejadas estão:

Cardiologia

Imunologia

Neurologia

Oncologia

Terapia gênica

Essa “aposta”, na verdade, é balizada pelo sucesso que a divisão de medicamentos inovadores já tem no laboratório. Segundo o relatório anual da Novartis, as vendas globais cresceram 4% em comparação com 2021, somando US$ 41,3 bilhões, 81,7% do total de vendas.

No que diz respeito a investimentos, a companhia aporta entre US$ 9 bilhões e 10 bilhões, anualmente, em inovação. “No Brasil, nos últimos anos, a média tem sido em torno de R$ 250 milhões”, completa Carvalho.

Simple Organic quer crescer em farmácias

Depois de crescer no mundo digital, chegou a hora de a fabricante de skin care Simple Organic figurar no varejo físico. As farmácias são o principal alvo. As informações são da IstoÉ Dinheiro.

Criada por Patrícia Lima há seis anos, a empresa soube usar o TikTok para impulsionar seus negócios. Entre 2021 e 2022, o crescimento foi de 182%.

Ainda antes de tal avanço, a companhia chamou a atenção da Hypera Pharma, que a comprou em 2020. Agora, a expectativa é crescer mais 52%.

Regulação dos bioinsumos: oportunidades e desafios

De acordo com a Fortune Business Insights, o mercado global de biopesticidas, biofertilizantes e bioestimulantes já alcançou a marca de R$ 60,2 bilhões em 2022. E o futuro é ainda mais promissor. Fala-se que, até 2029, esse mercado alcançará R$ 151,3 bilhões. Não em vão, de olho nessa realidade, foi criado, no âmbito do Ministério da Agricultura, o Programa Nacional de Bioinsumos, com a finalidade de ampliar e de fortalecer a utilização dos produtos no país para beneficiar o setor agropecuário.

Apesar da sua crescente importância, os bioinsumos ainda carecem de uma regulamentação específica e uniforme. Atualmente, os produtos classificados nesses grupos vêm sendo regidos por normas que não foram pensadas para o atual estágio de evolução da biotecnologia. É um típico caso em que o fato da vida não se amolda mais tão bem ao Direito, o que tem levado a tentativas de adaptação nem sempre bem-sucedidas.

IPC-S sobe 0,07% segunda quadrissemana de julho, diz FGV Ibre

Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação.
Em contrapartida, os grupos Habitação (-0,11% para -0,42%), Vestuário (0,39% para 0,24%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,06% para 0,02%) e Comunicação (0,18% para 0,16%) apresentaram recuo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, o FGV Ibre chama a atenção para os seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (-0,16% para -1,82%), roupas femininas (0,56% para 0,24%), medicamentos em geral (0,19% para 0,04%) e serviços de streaming (0,23% para 0,15%).