Expansão da RD Saúde leva rede a 600 cidades

Mais de 600 municípios brasileiros já contam com farmácias da Raia ou da Drograsil. A capilaridade foi ampliada com a recente expansão da RD Saúde, que levou as bandeiras para 24 novas cidades neste ano. As informações são da Veja Negócios.

Nos primeiros sete meses de 2024, a rede de farmácias estreou em cidades como Águas de Lindoia, Brotas e Brodowski, em São Paulo; Cajazeiras (PB), Itapipoca (CE), João Pinheiro (MG) e Maracaju (MS). Com planos de chegar aos 319 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes nos próximos anos, a varejista já se faz presente em 308 deles.

Com três mil farmácias em todo país, a companhia conta também com 14 centros de distribuição. Até 2025, a empresa quer abrir entre 280 e 300 PDVs por ano.

25% dos servidores da Anvisa podem se aposentar em breve

O número de servidores da Anvisa pode sofrer um baque significativo em breve. Isso porque cerca de um quarto do quadro da agência pode deixar as linhas da autarquia. As informações são do Correio Braziliense.

Segundo cálculos da Aliança Brasileira da Indústria Inovadora em Saúde (Abiis), entre 400 e 500 funcionários podem desfalcar a agência até o fim deste ano. Um dos principais motivos para tal redução seriam os pedidos de aposentadoria.

No comparativo, número de servidores da Anvisa é o menor da América do Sul

Indústria da saúde externa preocupação com a Anvisa

A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.

No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.

A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.

CEO da Roche prega proximidade com demais atores da saúde

A indústria da saúde manifestou sua preocupação com a sustentabilidade do trabalho da Anvisa. Entidades do setor assinaram uma carta pedindo a recomposição, com urgência, da força de trabalho da agência.

No texto, Abifina, Abimed, Abimo, Abiquifi, Alanac, Alfob, Anbiotec, Grupo FarmaBrasil, Interfarma, Pró-Genéricos e Sindusfarma saem em defesa da autarquia. Segundo as associações, “mesmo com programas como a Nova Indústria Brasil e o Complexo Econômico-Industrial da Saúde, sem uma Anvisa saudável, inovações não serão possíveis”.

A publicação também destaca que a defasagem de pessoal pode se tornar ainda mais grave em breve. Isso porque há um número elevado de servidores que estão próximos de se aposentar. “Em um país cuja política industrial tem a saúde como um de seus principais pilares, não é condizente que seja dado tratamento indistinto à gritante necessidade de recomposição da força de trabalho de sua agência reguladora setorial”, diz o comunicado.

Estudo aponta desfavorecimento da indústria farmacêutica na justiça

Uma pesquisa realizada por professores de universidades paulistanas apontou indícios de litigância predatória contra a indústria farmacêutica na justiça gaúcha. As informações são do portal Jota.

Ao comparar as decisões do Tribunal Regional do Trabalho da 4° Região (TRT4), sediado em Porto Alegre (RS), os professores Luciano Timm (FGV/SP), Thomas Conti e Luciana Yeung (Insper) notaram uma disparidade no valor médio das causas e na porcentagem dos casos analisados pela corte.

No documento “Análise Econômica do Direito do Trabalho: um estudo de caso sobre a litigância predatória do setor farmacêutico no RS”, o grupo revelou que o valor médio das causas no estado é de R$ 293 mil, montante quase duas vezes maior que a média do TRT2 (SP), e 38% superior ao TRT1 (RJ).

Nos números de casos a disparidade também é evidente: os dez advogados que mais trabalharam em processos contra empresas farmacêuticas no TRT4 acumularam 2.373 ações, o equivalente a 57,9% do total. Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro esse montante não superou 15,5% e 24,9%, respectivamente.

Sensação nas redes sociais, Carmed cresce 585%

Abraçada pela gen Z e elevada a trend no TikTok, a marca de protetores labiais Carmed registrou um crescimento de 585% em vendas nos 12 meses até junho e de 315% no acumulado de 2024.

Em sua fase mais recente, a marca tem apostado na colaboração com empresas e forte divulgação com artistas e influenciadores. Em junho, por exemplo, a companhia anunciou uma coleção em parceria com a cantora Ana Castela, com foco em seu público da geração Z (de 14 a 27 anos) e alfa (de até 13 anos).