Hypera Pharma une marcas no Rock in Rio Brasil 2024

A Hypera Pharma, uma das maiores empresas farmacêuticas do país, leva para o Rock in Rio Brasil 2024 ativações de três importantes marcas do portfólio de consumer health: Engov After, que apoia o festival pelo segundo ano consecutivo, Benegrip e Neosaldina, que estreiam na Cidade do Rock. A presença da farmacêutica como apoiadora oficial do evento, considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo, visa ampliar a exposição das marcas e se aproximar do público final.

“Estamos acelerando cada vez mais no mundo dos eventos. Neosaldina já foi case de sucesso na CCXP e agora faz sua estreia no Rock in Rio com muita personalidade. Benegrip, que também faz sua estreia no festival, vem com toda leveza e humor que caracterizam as campanhas desta marca líder no mercado de gripes” explica Carla Dias Araujo, Diretora de Consumer Marketing e Comunicação Integrada da Cafehyna, área responsável por todas as campanhas e ativações de marca da Hypera Pharma.

EMS ficou órfã

Josemara Tsuruoka deixou a EMS na última semana. A executiva partiu rumo a um novo desafio após 11 anos na companhia, onde exercia a função de gerente de marketing e comunicação. Agora na União Química, Josemara atuará como diretora de marketing institucional.

Formada em relações públicas pela Universidade de Taubaté, se especializou em marketing e conta com mestrado na FAAP, MBA na European Business School (EBS) e um curso de extensão na ECA-USP. Ao longo de sua carreira acumulou passagens por outros players do setor, como a Germed Pharma e o Hospital Albert Einsten.

Inteligência artificial humanizada acelera processos e diminui custos de empresas

Um exemplo é a Cimed Remédios, uma das maiores fabricantes de remédios no Brasil, que reduziu seu custo no atendimento desde que implementou a “desrobotização” das interações nos assistentes virtuais. A empresa utiliza tecnologia artificial na comunicação entre setores comercial e financeiro.

Na farmacêutica, a ferramenta ajuda os negócios na automação de atividades administrativas e operacionais, reduzindo a necessidade de trabalho manual e, consequentemente, os custos operacionais.

“O time comercial, na gestão financeira da carteira de clientes, antes seguia um fluxo operacional descentralizado, com abertura de demandas por e-mail, telefone, mensagem de texto ou outras ferramentas”, explica Mário Berti, gerente executivo da Cimed remédios.

“Além da dificuldade de mapear várias fontes de entrada, o tempo de atendimento das demandas era longo”, diz.

O executivo aponta redução de aproximadamente 30% nos custos operacionais após 12 meses da implementação da ferramenta. O SLA (Service Level Agreement), que significa o nível de serviço, foi transformado radicalmente.

Eurofarma é a primeira farmacêutica latinha na DTA

A multinacional de capital brasileiro Eurofarma é a primeira farmacêutica latina na DTA – Digital Therapeutics Alliance. A entidade, sem fins lucrativos, tem como objetivo apoiar o desenvolvimento de soluções terapêuticas digitais e facilitar a transformação do sistema de saúde global.

“Este é um passo importante para nós, pois nos aproxima das principais empresas de terapia digital do mundo, possibilitando identificar oportunidades de parceria e negócios que beneficiem os pacientes na América Latina”, afirma Érica de Menezes, head de Corporate Venture da farmacêutica.

Libbs avança projetos piloto e prepara nova edição de seu programa para startups

A recente edição do programa de inovação aberta Linna chega a um marco importante com a conclusão da fase de pilotos, realizada de novembro de 2023 a junho de 2024. Desenvolvida pela empresa farmacêutica Libbs, que atua há mais de 65 anos na fabricação de produtos para o setor, a iniciativa promoveu dois projetos piloto com as startups Diwe e Nanobiocell, com o intuito de solucionar alguns dos principais desafios da organização.

Já a Nanobiocell foi escolhida para melhorar a adesão ao tratamento e o conforto dos pacientes por meio de medicamentos que dissolvem rapidamente na boca. Apesar dos avanços e do potencial demonstrado pela solução ao longo de duas fases piloto, a farmacêutica decidiu não seguir com o projeto, que estava em fase muito inicial e cujo tempo de teste inicialmente proposto não seria suficiente para atingir os objetivos desejados. Ainda assim, a Nanobiocell avalia sua participação no programa de forma bastante positiva, destacando uma série de aprendizados e oportunidades geradas a partir da iniciativa.