Mateus Amâncio é o novo secretário-executivo da CMED

Novo secretário-executivo da CMED, o economista Mateus Amâncio terá como missão a revisão das regras de precificação de medicamentos. O novo secretário-executivo é formado em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e possui mestrado em teoria econômica pela Universidade de São Paulo (USP). Sua última posição profissional foi a de pesquisador do Banco Central do Brasil, onde atuou na elaboração de modelos econométricos para avaliação de impacto de mudanças regulatórias no mercado de crédito, segundo seu perfil no Linkedin. Dentre suas missões à frente da CMED, uma das principais será a discussão da revisão das regras de precificação de medicamentos.

Atualização sobre distribuição do BOTULIFT®

A BLAU FARMACÊUTICA S.A. (Ticker: BLAU3; “Blau” ou “Companhia”) comunica aos seus acionistas e ao
mercado em geral que sua subsidiária, Laboratório Bergamo Ltda. (“Bergamo”), assinou, na presente data, o
distrato antecipado do contrato de distribuição do medicamento BOTULIFT® (toxina botulínica tipo A) no mercado
privado brasileiro. O distrato foi celebrado de comum acordo com o distribuidor local e está alinhado ao projeto
estratégico da Companhia para o mercado de estética, bem como à parceria fortalecida com o fabricante
internacional do BOTULIFT® (toxina botulínica tipo A), a Medytox. A Companhia informa ainda que o Bergamo encontra-se em conversas avançadas para a definição do novo
distribuidor exclusivo do BOTULIFT® no Brasil, cuja formalização será comunicada ao mercado oportunamente.

Medley atrai interesse de gigantes farmacêuticas nacionais

Pelo menos quatro farmacêuticas nacionais devem fazer oferta para comprar os ativos da Medley, que pertence ao grupo francês Sanofi, apurou o Valor com duas fontes. Aché, EMS, HyperaCotação de Hypera e União Química estão avaliando apresentar proposta pelo laboratório, que produz importantes medicamentos de genéricos.

Os franceses querem pelo menos US$ 1 bilhão pelo laboratório, mas pessoas a par do assunto acreditam que o negócio saia por menos – entre US$ 500 milhões e US$ 600 milhões. A expectativa é que a venda ocorra até o início de 2026.

Exclusivo: Ativos da farmacêutica Medley atraem quatro gigantes nacionais

Pelo menos quatro farmacêuticas nacionais devem fazer oferta para comprar os ativos da Medley, que pertence ao grupo francês Sanofi, apurou o Valor com duas fontes. EMS, Aché, HyperaCotação de Hypera e União Química devem fazer propostas pelo laboratório, que produz importantes medicamentos de genéricos de referência.

Os franceses querem pelo menos US$ 1 bilhão pelo laboratório, mas pessoas a par do assunto acreditam que o negócio saia por menos — entre US$ 500 milhões a US$ 600 milhões. A expectativa é de que a venda ocorra até o início de 2026.

O nome mais cotado para comandar a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos

O economista Mateus Amâncio é hoje o nome mais cotado no Ministério da Saúde para ser o secretário-executivo da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), o órgão responsável por regular economicamente o mercado de medicamentos, incluindo os preços.

As empresas farmacêuticas estão de cabelo em pé. Avaliam que Amâncio não tem experiência no setor.