Ferramentas de saúde digital esbarram em custo e paciente

Para Leonardo Giusti, sócio-líder da KPMG para a área de saúde, os pacientes ainda não são “navegados” de forma adequada. “Esse termo indica que segmentos como o varejo farmacêutico não conseguiram estabelecer uma conexão plena com esse público, sem a devida integração tecnológica com healthtechs e outros atores da saúde. No entanto, a disseminação do modelo de assistência clínica, que resgata a antiga figura do farmacêutico da família, tende a mudar esse panorama”, acredita.

Governo da Bahia compra medicamentos até 60% mais baratos que os praticados no mercado, afirma pesquisador

Por ano, a Sesab movimenta mais de R$ 356 milhões em compras de medicamentos. A Superintendência de Assistência Farmacêutica, Ciência e Tecnologia em Saúde (Saftec) que operacionaliza as aquisições realizou uma economia de até 60% no comparativo com os preços da Câmara de Regulação de Medicamentos (CMED), que é um órgão vinculado à Anvisa e tem em seu conselho membros dos ministérios da Saúde e da Economia. “A metodologia para a formação de preços da CMED precisa ser reformulada urgentemente. Ela foi criada por Lei em 2003, para assistência farmacêutica. Mas o que se percebe é que, atualmente, ela atende muito mais aos interesses da indústria farmacêutica que dos gestores do SUS. A fórmula que ajusta os preços precisa ser revista”, enfatiza o Neemias Oliveira.

Libbs renova investimento em inovação aberta para além das healthtechs

Os desafios propostos pela Libbs para este ano são:
Tecnologias a favor das relações de trabalho remoto
Inovação em treinamentos corporativos
Otimização da estrutura organizacional
Sistema automatizado para gestão de solicitações jurídicas
Sistema para controle de revisões de contratos
Verificação de vulnerabilidade de sistemas tecnológicos
Solução para busca e solicitação de informações médicas