Sírio faz parcerias para criar planos de saúde com sua rede

“Acredito muito no modelo de atenção primária, que foca na prevenção e não na doença. Com a digitalização, mais pessoas têm acesso à saúde privada e acesso a um atendimento de qualidade. O setor de saúde vai mudar muito, acredito que com o crescimento das ações de prevenção não vai haver tantas estruturas hospitalares grandes como temos hoje, haverá hubs de alta complexidade ”, disse Paulo Nigro, presidente do Sírio-Libanês.

ANS e os desafios da saúde suplementar

Os critérios empregados pela agência para avaliar as tecnologias precisam ser claros e objetivos. Já houve avanços, mas ainda há reservas relevantes quanto à ausência de uniformidade nas decisões. Em processos recentemente avaliados observou-se, por exemplo, interpretações dissonantes por parte da ANS a respeito de tecnologias semelhantes. Esse tipo de distorção levanta dúvidas quanto à sistemática utilizada pela agência. E pode macular a imagem do procedimento decisório, especialmente pela atuação de segmentos interessados em eventualmente barrar a inclusão de novas tecnologias.

Apple quer provar que é uma importante empresa do setor de saúde

A Apple publicou um relatório de quase 60 páginas descrevendo todos os seus recursos de saúde e parcerias com instituições médicas, argumentando que essas ofertas são fundamentais para o futuro da gigante da tecnologia. A empresa apontou para sua amplitude de serviços existentes – desde monitoramento do sono e aulas de ginástica até detecção de fibrilação atrial e rastreamento de ciclo – e prometeu continuar inovando.

Time de vendas mais forte na Libbs

A nova representante de vendas da Libbs em Maceió (AL) é Renata Otaviano. Depois de sete anos no mesmo setor pela Bayer, a executiva parte para novos desafios na farmacêutica nacional.
Ela começou sua carreira há 12 anos, como propagandista na Unilever. Fez parte também do quadro da Avon, onde foi gerente de setor. É formada em comunicação social, com ênfase em publicidade e propaganda, pela Facima.

Medicamentos em supermercados serão um fiasco, diz Itaú BBA

De acordo com relatório do Itaú BBA, o Projeto de Lei 1774/19 teria poucas chances de aprovação. “Essa é uma discussão que aparece todos os anos desde pelo menos 2013,” escreveram os analistas. Outro fator que compromete a proposta é a precariedade do texto, que habilitaria até quitandas para a venda e não prevê uma farmácia dentro do estabelecimento ou a presença obrigatória de um farmacêutico.
E mesmo se a pressão do setor supermercadista prevalecer, os analistas acreditam que a lei teria baixo risco para as redes de farmácias. Segundo o banco, as vendas de medicamentos isentos de prescrição respondem por 10% a 15% do faturamento do varejo farmacêutico e a maior parte das compras é feita por impulso quando o cliente já está dentro da loja. E esse cenário não mudaria nos supermercados.

Amazon compra empresa de cuidados primários por US$ 3,9 bilhões

A gigante do varejo acaba de anunciar a aquisição da One Medical, empresa especializada em cuidados primários que combina serviços de atendimento clínico e assistência farmacêutica presencial e digital.
A Amazon adquirirá a One Medical por US$ 18 por ação, em uma transação avaliada em aproximadamente US$ 3,9 bilhões, incluindo a dívida líquida da One Medical. A conclusão da transação está sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação dos acionistas da One Medical e aprovação regulatória. Após a conclusão, Amir Dan Rubin permanecerá como CEO da One Medical.