Pandemia faz bilionários na indústria farmacêutica

Segundo o levantamento, o mundo poderá ter um milhão de pessoas empurradas para a pobreza extrema a cada 33 horas em 2022, quase a mesma velocidade do surgimento de novos bilionários durante a pandemia – um a cada 30 horas. Existem 2.668 bilionários do mundo, 573 a mais que em 2020, com uma fortuna que chega a US$ 12,7 trilhões, equivalente a 13,9% do PIB global.

Geopolítica entra na conta do setor privado

No estudo, feito com 325 empresas de 13 setores, a consultoria estima que a produção de até 26% dos bens comercializados globalmente (cerca de US$ 4,6 trilhões) poderia mudar de lugar no médio prazo. No setor farmacêutico, os motores da mudança poderiam ser a produção de insumos-chave pela Índia e pela China. No automotivo, o fato de os bens intermediários atravessarem Ásia, Europa e América do Norte, e a dependência da China. No de semicondutores, a alta concentração em países da Ásia, com 95% da capacidade de montagem e teste das peça

Decisão do STF sobre patentes de medicamentos anima setor de genéricos

Numa reclamação apresentada à corte com pedido de medida cautelar, a empresa EMS postulou o direito de produzir um genérico feito a partir do princípio ativo bilastina. A pretensão, negada por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), foi aceita pelo ministro do STF. Embora monocrática, a decisão poderá ser usada como argumento para cerca de 34 ações semelhantes, nas quais se discute qual é, de fato, o prazo das patentes de medicamentos no Brasil.

Guedes é intimado pela PF e aciona Aras para não depor

Guedes foi chamado para depor no âmbito de um inquérito contra o senador Renan Calheiros (MDB-AL) por supostas fraudes no Postalis, fundo de pensão dos Correios.
A investigação que mira Calheiros tem origem no acordo de colaboração premiada de um ex-executivo da Hypermarcas, atual Hypera Pharma, assinado pela PGR na gestão do então procurador-geral Rodrigo Janot.

Alerta: Brasil não tem medicamentos contra varíola dos macacos

Sem aval da Anvisa, remédios estratégicos para o combate à varíola dos macacos, como brincidofovir, cidofovir e tecovirimat, não podem ser comercializados no Brasil. A agência informa que o registro mais recente ocorreu em 2010 com a autorização para o antiviral ciclofovir – fabricado por farmacêuticas como Aché, EMS e Sandoz. Mas esse aval não tem mais validade. Apenas um medicamento contra varíola tem a aprovação, mas só tem eficácia contra outra variante da doença.