Remédio de R$ 2 milhões tem parecer favorável para ser incluído no SUS
Conitec recomenda a inclusão do Qarziba, contra neuroblastoma, caso a fabricante mantenha desconto oferecido ao governo
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O medicamento, hoje importado, será fornecido ao Ministério da Saúde e terá a sua produção gradativamente internalizada na fábrica da Biomm em Nova Lima, Minas Gerais
“Com o acordo de cooperação com o Sindusfarma, queremos aumentar a atuação da Embrapii neste importante segmento da saúde ligado aos fármacos, produtos farmacêuticos e farmoquímicos. Esperamos que a parceria seja muito frutífera”, declarou o diretor-presidente, Álvaro Prata.
O órgão federal, que foi criado em 2013, congrega unidades como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (IFBA), Centro de Química Medicinal de Inovação Aberta da Unicamp (CQMED), Centro de Inovação e Ensaios Pré-Clínicos (CIEnP) e o Instituto de Física da USP de São Carlos (IFSC-USP).
O genérico do Ozempic ganhará escala industrial no interior paulista. A indústria farmacêutica norte-americana Nexus Pharmaceuticals produzirá este e outros medicamentos em sua nova casa, localizada no Parque Tecnológico de Sorocaba (SP). As informações são do G1.
O laboratório prevê a fabricação de um portfólio composto por mais de 250 medicamentos, incluindo a versão do remédio da Novo Nordisk – a ser produzida ao fim da patente atual, que se encerra em 2026. Esses produtos abastecerão o varejo farmacêutico e também o SUS.
A planta produtiva será construída em uma área de 6 mil metros quadrados, dos quais, inicialmente, apenas 2 mil metros quadrados serão utilizados. As obras devem começar ainda em 2024.
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Governo disse que reduziria a lista de indústrias proibidas para investidores estrangeiros de 31 para 29 e cumpriria sua promessa de restrições zero ao setor manufatureiro
Compartilhamento já é comum em outros países, mas falta consenso sobre o assunto
Mesmo remédios de alto custo não devem ser fornecidos por decisão judicial, mas haverá exceções
Os balanços de 39 companhias mais afetadas pelas alterações mostram que o ganho fiscal do 1º semestre de 2023 virou despesa com tributos neste ano.
Entre os negócios mais afetados estão empresas de alimentos, bebidas, medicamentos, transportes e diversos segmentos do comércio, que se beneficiavam, de alguma forma, de incentivos sobre investimentos nos últimos anos. Muitas perderam fôlego e reduziram margens com as mudanças nas regras, que incluem novas alíquotas de ICMS nos Estados e Distrito Federal e nova dedução dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), o que restringe a base de cálculo e limita eventuais ganhos fiscais.
Houve alta de até 20% no percentual anteriormente cobrado de ICMS. Neste caso, ocorreu repasse direto para os preços, já refletido num aumento da inflação medida internamente pelo comércio varejista. As empresas mais impactadas incluem líderes de mercado como Ambev, M. Dias Branco, Assaí, Mateus, Raia Drogasil, Randoncorp e Marcopolo. Boa parte recorreu à Justiça, com pedido de liminar, e aguarda julgamento.
Tributação de incentivos fiscais afeta resultados do ano e associação vê impacto em investimento; alta de ICMS encarece preços