Após cisão da Novartis, Sandoz focará em genéricos e biossimilares
A farmacêutica nasce com valor de mercado de US$ 12 bilhões (11 bilhões de francos suíços)
A farmacêutica nasce com valor de mercado de US$ 12 bilhões (11 bilhões de francos suíços)
Combined jab as effective as separate shots in early stage tests
Objetivo da proposta em tramitação no Congresso é que a iniciativa privada possa realizar a coleta do plasma para desenvolver novas tecnologias e produzir medicamentos
A PEC 10/2022, que alguns parlamentares pretendem aprovar, significará um retrocesso paleolítico na civilidade brasileira, abrindo a possibilidade de comercialização de tecidos humanos. Plasma humano e hemoderivados não podem ser tratados como mercadoria. A doação de sangue (assim como a de órgãos, que ficou tão evidente nestes dias) é um gesto humano de solidariedade e empatia.
A política pública de manejo de sangue e hemoderivados brasileira é um exemplo mundial. Em 2004, foi criada a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia) para garantir a autossuficiência do país em relação aos hemoderivados. A empresa tem se mostrado competente e precisa ser fortalecida, em claro alinhamento às políticas de estímulo do Complexo Econômico Industrial da Saúde (Ceis). Nada indica que seja necessária sua privatização ou a criação indecente de concorrência na área. Os hemoderivados brasileiros são seguros e adequados ao desenvolvimento científico moderno e às necessidades de saúde. Toda a gestão de processamento e distribuição de hemoderivados é feita pelo sistema público.
A farmacêutica Eli Lilly anunciou nesta terça-feira (3) que comprará a Point Biopharma Global por US$ 1,4 bilhão (cerca de R$ 7,08 bilhões).
Com a aquisição, a empresa terá acesso a terapias experimentais de radiação em desenvolvimento para doenças como o câncer de próstata.
A indústria farmacêutica brasileira é alvo de estudos da Arábia Saudita. É o que afirmou Abdulrahman Bakir, diplomata e representante do Ministério de Investimentos do país, em entrevista à CNN.
Segundo Bakir, o mercado da saúde brasileiro como um todo é desenvolvido e desperta o interesse da potência árabe. Ele também afirmou que investidores do país estão estudando oportunidades por aqui.
“O Brasil é um dos países mais avançados em produtos farmacêuticos, e a Arábia Saudita desenvolve novas tecnologias e vem desenvolvendo inovações farmacêuticas”, destacou.
nquanto prepara o lançamento da sua linha profissional de preenchedores, a farmacêutica já organiza os próximos passos do negócio dentro do universo de ‘”skincare”. Para 2024, a companhia também terá o lançamento de uma linha de produtos para cuidados com a pele voltadas, desta vez, para o consumidor final, com o Milimetric Skincare.
Conforme divulgado, o portfólio contará com cinco produtos e inclui cada etapa da rotina de cuidados com a pele.
Para Serrentino, Varese Retaail, o lançamento de Milimetrix primeiro para os profissionais de estética seguido da versão para o público final pode ser um diferencial para impulsionar os produtos no País, já que médicos, dentistas e outros profissionais do mercado costumam ser os principais “influenciadores” na hora de indicar um determinado produto novo para tratamento ou cuidados de longo prazo.
“Embora o dermocosmético seja um produto de venda livre, principalmente em farmácias, boa parte das vendas desses produtos ocorre pela indicação de profissionais, que serão um canal de promoção para eles”, avalia o especialista.
O vice-presidente Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, afirmou que o governo pretende rever a isenção de tributos que foi concedida a uma série de medicamentos, na chamada Lista Covid, durante a pandemia da Covid-19. Alckmin argumentou que o benefício, em vigor desde 2021, não mais se justifica.
“Na pandemia, justificava-se zerar o Imposto de Importação, para não ter risco de desabastecimento”, afirmou Alckmin, na última quarta-feira, durante um evento promovido pelo grupo empresarial Esfera Brasil e a farmacêutica EMS.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), afirmou nesta quarta-feira, 27, que vai revisar a concessão de isenção tributária a medicamentos, adotada durante a pandemia de Covid-19. Segundo ele, dos 400 remédios beneficiados pela medida, apenas 10 itens deverão manter tributos diferenciados. “Nós vamos fazer um pente fino na questão dos tributos”, disse durante o Fórum EMS, realizado em Brasília pelo laboratório farmacêutico em parceria com a Esfera Brasil.
De acordo com Alckmin, a indústria brasileira sofreu um processo de desindustrialização precoce e agora é o momento de recuperar sua relevância. Entre os fatores que favorecem o cenário, ele citou a combinação de melhorias no câmbio, na carga tributária, na redução da taxa de juros e o controle da inflação. Para o vice-presidente, saúde e tecnologia são os segmentos com alta demanda e potencial de expansão no País.
Produtividade do País era equivalente a 55% da dos Estados Unidos meio século atrás; atualmente, número gira em torno de 20%, segundo levantamento feito pela Fiesp