No plano de ser uma “P&G brasileira”, Cimed estuda spin-off de sua divisão de consumo
Após investimento do Fundo Soberano de Cingapura, João Adibe, CEO da farmacêutica brasileira, diz que estuda medida e que pretende ter uma fábrica no Nordeste
Após investimento do Fundo Soberano de Cingapura, João Adibe, CEO da farmacêutica brasileira, diz que estuda medida e que pretende ter uma fábrica no Nordeste
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) impugnou a compra da distribuidora brasileira de insumos farmacêuticos Purifarma pela gigante belga Fagron.
Concordando com nota técnica elaborada pelo órgão, o Cade entendeu que o negócio levaria a uma concentração excessiva no mercado de insumos para farmácias de manipulação, onde as duas companhias estão entre os principais players e detêm participação conjunta superior a 20% nesse segmento.
Lipocine Inc. (NASDAQ: LPCN), uma empresa biofarmacêutica com capitalização de mercado de US$ 18,3 milhões e impressionante crescimento de receita de 493% nos últimos doze meses, anunciou um acordo de licenciamento com a farmacêutica brasileira Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A. para comercializar sua terapia oral de testosterona, TLANDO, no Brasil. O acordo concede à Aché direitos exclusivos para vender o produto em um mercado que apresentou significativa taxa composta de crescimento anual de 34% entre 2019 e 2023. De acordo com a análise da InvestingPro, a Lipocine mantém uma forte posição financeira com mais caixa do que dívida e um saudável índice de liquidez corrente de 14,75, proporcionando estabilidade para expansão internacional.
A receita líquida avançou 3,6% no comparativo anual, para R$ 373 milhões. O segmento hospitalar somou faturamento de R$ 303 milhões no último trimestre, alta de 8,8%. No mercado privado, a alta foi de 15%, enquanto no setor público houve queda de 5% no faturamento. Isso ocorreu, segundo a Blau, pois parte da entrega esperada para o primeiro trimestre se realizará no segundo trimestre. A companhia destaca que obteve 14 aprovações de medicamentos de agências regulatórias na América Latina, cinco delas no Brasil.
A Blau Farmacêutica estima que o mercado potencial de medicamentos biológicos e anticorpos monoclonais, que integram o foco da companhia, seja de R$ 6 bilhões no Brasil. “A companhia tem feito diversos investimento de forma orgânica e bem organizada, com geração de caixa que tem ampliado a capacidade produtiva”, afirma Marcelo Hahn.
A Novo afirmou na quarta-feira que a receita provavelmente aumentará em até 21% e o lucro operacional em até 24% a taxas de câmbio constantes este ano
Companhia espera crescimento de duplo dígito em 2025 no Brasil, apesar de projeções globais mais modestas
Empresa disse que tomou medidas para reduzir arrastões na lojas de São Paulo, com redução de estoques de produtos com maior valor nas lojas
Companhia disse que vai destinar economias em custos e “investimentos em competividade”, ou seja, ser mais agressiva comercialmente, entre outros pontos.
A empresa admitiu, pela primeira vez em vários anos, que o consumo no país desacelerou. Historicamente, o segmento de farmácias é mais resiliente à piora do poder de compra da população.
O comando da RD Saúde disse nesta quarta-feira, em teleconferência com analistas sobre balanço de janeiro a março, que já fez parte de “investimentos em preço” em certos locais, mas isso não pode passar do ponto que considera aceitável.
A ação de Raia Drogasil caía 8% nesta manhã, após primeiro trimestre de 2025 com desempenho abaixo do esperado pela própria empresa, e sobre dúvidas de analistas sobre retomada no segundo trimestre.
As mulheres são 1,79 vezes mais propensas que os homens a utilizar esse tipo de medicação, aponta estudo com quase 60 mil pessoas