Ouro se mantém próximo da mínima de um mês, com a persistência das tensões com o Irã; decisão do Fed em foco
Ouro recua para mínima de um mês com dólar forte, petróleo em alta e Fed no radar
Ouro recua para mínima de um mês com dólar forte, petróleo em alta e Fed no radar
A Abu Dhabi National Oil Company já orienta clientes a carregar petróleo fora do Golfo Pérsico diante do Estreito de Ormuz fechado, enquanto os estoques americanos caem pela segunda semana consecutiva. Analistas alertam: se o bloqueio se prolongar, os preços seguirão subindo — e os limites de produção da OPEP+ já não contêm a oferta.
Com Taiwan e Coreia do Sul respondendo por 44% do índice de referência global, o instrumento criado para diversificar risco passa a replicar a euforia tecnológica americana. Enquanto isso, Indonésia, Filipinas, África do Sul e Índia — importadores de petróleo penalizados pela guerra no Irã — ainda sangram dois dígitos.
Com o Estreito de Ormuz fechado pelo Irã e os mercados indiferentes à saída do terceiro maior produtor do cartel, a Opep perde um de seus últimos pilares de capacidade excedente. Especialistas divergem: para uns, a Arábia Saudita ainda pode segurar a aliança Opep+; para outros, a ruptura geopolítica já é irreversível.
Com a saída dos Emirados Árabes Unidos do cartel, a Venezuela retomando produção e EUA, Brasil, Guiana e Canadá disputando fatias de mercado, o sistema de livre fluxo de energia — construído desde os anos 1970 — enfrenta sua maior ruptura em gerações. Especialistas alertam: o prêmio pela segurança energética será alto, e a volatilidade veio para ficar.
Com Blackstone, Apollo, KKR e Ares atraindo fortunas pessoais para fundos semilíquidos, o fundador da maior hedge fund do mundo questiona se os investidores de alto patrimônio compreendem as janelas restritas de resgate — e o eco vem de Dimon e Waldron, que já fizeram o mesmo alerta.
Após o maior rali desde abril de 2020, banco projeta novos recordes para as ações americanas — porém sinaliza que a amplitude do mercado caiu ao nível mais estreito desde a bolha das pontocom, e que o verdadeiro filão ainda está na infraestrutura que sustenta a corrida da inteligência artificial.
Com US$ 373 bilhões em reservas líquidas e a primeira assembleia de acionistas sob novo comando, o veterano investidor Tom Russo defende a estratégia de espera e alerta: o sucessor de Buffett precisa honrar o legado sem tropeçar nas primeiras aquisições.
Com a liquidação do Cartago Fundo de Investimento Financeiro em Ações, que era detentor de 35.390.320 ações ordinárias da Biomm – 25,86% de seu capital social –, os papéis foram transferidos ao Banco de Brasília (BRB), único cotista do fundo.
As informações foram divulgadas pela Biomm, em comunicado ao mercado, nesta segunda-feira (27).
Anúncio dos Emirados Árabes Unidos esvazia cartel, que perde seu terceiro maior produtor e poder para interferir nos preços do petróleo, consolidando autonomia do emirado frente a vizinhos do Golfo e sua aproximação dos EUA