Medicamento para artrite reumatoide volta ao SUS

O medicamento para artrite reumatoide upadacitinibe, da AbbVie, voltará ao SUS. A farmacêutica fechou um novo contrato com o Governo Federal para o fornecimento gratuito do fármaco.

De uso oral, o remédio inibe a enzima Janus quinase, também conhecida como JAK, e controla o processo inflamatório causado pela artrite. Com essa ação, o paciente nota a redução dos sintomas mais comuns como a dor e a rigidez nas articulações.

O upadacitinibe atua na remissão da doença, reduzindo os sintomas e o processo inflamatório, o que representa uma economia de recursos para os sistemas de saúde.

Governments are waking up to biosecurity risks — but we must act fast

Researchers at MIT recently conducted an experiment. They asked undergraduate students to test whether AI-driven chatbots could be prompted to assist non-experts in causing a pandemic. Within an hour the chatbots had suggested four potential pandemic pathogens, explained how they could be created from synthetic DNA using reverse genetics, and supplied the names of DNA synthesis companies judged unlikely to screen orders.

Developing bioweapons is not that easy, and chatbot instructions currently only go so far, but the experiment shows what can happen when AI technology barrels through scientific knowledge. The troubling fact is that large language models and new biological design tools are dramatically lowering the barriers to engineering the next pandemic. The former Google CEO Eric Schmidt describes AI-designed bioweapons as “a very near-term concern”.

Governments are finally waking up to the scale of emerging biological risks. Last month the UK published its Biological Security Strategy, and committed £1.5bn in annual funding to counter the threat. Meanwhile, the Pentagon is concluding its first Biodefense Posture Review, assessing how prepared the US is to deal with bioweapons and future pandemics. Globally, 194 countries are currently negotiating a pandemic treaty, which will strengthen international resilience to biological events.

Justiça inocenta farmacêutica por ausência de PCD

Uma indústria farmacêutica com atuação em Anápolis (GO) teve seu auto de infração por não contratar trabalhadores com deficiência anulado. As informações são do Rota Jurídica.

De acordo com o juízo da 3ª Vara do Trabalho da cidade, não houve discriminação ou negligencia por parte do laboratório, que conseguiu provar que não houveram interessados nas vagas exclusivas.

O caso se estende de 2017. Só que a companhia conseguiu provar que ofereceu os processos seletivos, chegou a contratar alguns PCDs, mas teve dificuldade em preencher todas as vagas.

A indústria farmacêutica solicitou que o auto de infração fosse declarado nulo e que suas inscrições na Dívida Ativa da União, assim como no Cadastro Informativo dos Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN) fossem canceladas.

O magistrado citou as divulgações das vagas feitas pela empresa por diferentes meios, além da procura da companhia por órgãos como o SINE, a Associação de Deficientes Auditivos, entre outros, em busca de indicações.

Fora isso, o juiz também destacou que, devido ao grande número de empreendimentos de grande porte em Anápolis, a busca por profissionais que se enquadrem nesses requisitos para a indústria farmacêutica pode ser mais complexa.

Vult lança 100 produtos de skincare nas farmácias

O mercado de skincare nas farmácias entrou definitivamente na agenda estratégica da Vult para 2023. A marca líder em maquiagem no varejo farmacêutico, adquirida pelo Grupo Boticário em 2018, aposta na ampliação do portfólio e em novas embalagens para despertar atenção nas prateleiras do setor.

A expansão na categoria de skin care tem como foco democratizar o acesso das consumidores a produtos da marca. A estratégia tem quatro produtos como principais alicerces, que o Grupo Boticário denomina como “quarteto fantástico” – Balm Vult, o BB Sérum, o potinho e o sabonete líquido.

O que pensa o setor sobre a reforma tributária?

A reforma tributária foi celebrada pela indústria farmacêutica. O Sindusfarma, inclusive, integrou um manifesto conjunto de entidades setoriais para defender a PEC. Para o sindicato, a medida reduzirá o Custo-Brasil, incentivará o aumento da capacidade produtiva local e a redução da dependência externa.

“A aprovação abre caminho para uma grande vitória do povo brasileiro, com repercussões muito positivas para a economia e a saúde”, afirma o presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini. O dirigente destaca ainda a possibilidade de um regime especial para os medicamentos, prevista no projeto.

“Tributar produtos para saúde, em especial medicamentos, é uma prática que está sendo abandonada em diversos países. Saúde é investimento, um indivíduo que não está doente tem alta produtividade e ajuda o país, pois gera riqueza: faz compras, investe, paga impostos e desenvolve o país”, reforça.

“O resultado até agora é positivo e atende questões principais para o setor, como tratamento tributário diferenciado e alíquota reduzida, manutenção da alíquota zero para um grupo de medicamentos mais complexos e de maior impacto para a população, além de preservar os incentivos contratados pelas empresas com alguns estados brasileiros”, complementa Reginaldo Arcuri, presidente do Grupo FarmaBrasil.

Hypera lidera venda de MIPs nas farmácias

Levantamento da consultoria IQVIA elenca as principais indústrias farmacêuticas que lideram a venda de MIPs nas farmácias brasileiras. Em 2022, as vendas das maiores corporações presentes no país representaram 42% do mercado total, com R$ 184,2 bilhões. O crescimento foi de 16,2%.

A Hypera Pharma lidera a categoria com R$ 543,4 milhões em vendas. O resultado respalda o objetivo do grupo de alcançar a liderança setorial. As chamadas power brands, definição da IQVIA para as marcas que superam R$ 100 milhões em vendas nos últimos 12 meses, puxaram o incremento da companhia. Presente em 96% das farmácias brasileiras, a farmacêutica dobrou de dez para 20 o volume de produtos blockbusters desde 2018. A relação abrange Buscopan, Dramin, Engov e Vitasay.

Com R$ 302,1 milhões em vendas de MIPs, a Sanofi ocupa a segunda colocação. A farmacêutica francesa tem dois de seus blockbusters da divisão de consumer healthcare entre os campeões de vendas. O analgésico e relaxante muscular Dorflex encabeça o ranking, passando a figurar na seleta lista das 50 marcas mais valiosas do país, com base em análise da Kantar e do Meio & Mensagem. A Novalgina vem na segunda posição. Marca referência em dor e febre segundo a Anvisa, o analgésico completou 100 anos no Brasil em 2022.

Já a terceira posição é do Grupo NC, dona da EMS, que ocupa a primeira colocação no ranking geral. As vendas de MIPS da farmacêutica totalizaram R$ 294,4 milhões em 2022. Em maio deste ano, a farmacêutica anunciou a aquisição da marca global de sabonetes íntimos Dermacyd, pertencente à Sanofi, por€ 66 milhões, com o objetivo de fortalecer a presença da companhia no mercado de MIPs e expandir sua atuação no cenário internacional.