Alzheimer e Parkinson: faltam remédios no SUS

À Folha, o Ministério da Saúde afirmou que a aquisição do Prolopa é descentralizada, sendo responsabilidade do gestor local a programação, a aquisição e a dispensação. A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) afirmou que dispõe do medicamento Prolopa BD (Levodopa 100 mg + Benserazida 25 mg comprimido) nas farmácias da rede municipal da capital.

Há irregularidade, ainda, na distribuição da Rivastigmina, princípio ativo do Exelon, medicamento conhecido usado tanto para tratamento de Alzheimer quanto de Parkinson.

Entenda a relação entre diabetes, doença cardíaca e rins

Adultos com diabetes têm o dobro de chances de sofrer de doenças cardíacas ou ter um derrame em comparação com aqueles que não têm diabetes. Pessoas com diabetes —tipos 1 e 2 — também correm risco de desenvolver doenças renais. E quando os rins falham, o coração precisa trabalhar ainda mais para bombear sangue para eles, o que pode levar a doenças cardíacas.Doenças cardíacas, diabetes e doenças renais estão entre as doenças crônicas mais comuns nos Estados Unidos — e todas estão intimamente conectadas – Audra Melton/NYT

As três doenças se sobrepõem tanto que, no ano passado, a Associação Americana do Coração cunhou o termo síndrome “cardio renal metabólica” para descrever pacientes que têm duas ou mais dessas doenças, ou estão em risco de desenvolvê-las. Um novo estudo sugere que quase 90% dos adultos americanos já apresentam alguns sinais iniciais dessas condições conectadas.

Como funciona a castração química, aprovada em comissão no Congresso

Segundo Flavio Cadegiani, médico endocrinologista e especialista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabolismo (SBEM), a castração química é um tratamento hormonal que funciona com o uso de medicamentos para dificultar a libido do paciente.

Dois tipos de procedimentos são aplicados no tratamento: um deles inibe a testosterona. Já o segundo remédio estimula altos níveis de produção hormonal para enganar o corpo. Com isso, ao acreditar que há uma produção excessiva de testosterona, o corpo impede a produção natural do hormônio.

Amil propõe à Dasa fusão das redes de hospitais no Brasil

Cada companhia conta com cerca de 12 hospitais, com unidades distribuídas em diferentes regiões do país, com marcas reconhecidas. Entre elas, estão, por exemplo, Nove de Julho, Santa Paula e Leforte, que pertencem à Dasa, enquanto Samaritano e Pró-Cardíaco, à Amil.
anto Dasa quanto Amil têm uma série de propostas na mesa vindas de diferentes lados. As duas companhias estão se reestruturando e têm ativos atraentes – o que as torna alvo de um constante interesse. Ontem, o papel de Dasa encerrou o pregão com uma alta de 13,10%, após o Valor PRO, serviço de informação em tempo real do Valor, divulgar a informação.

A possibilidade de uma combinação dos hospitais de Amil e Dasa acontece num momento de ebulição no setor. No começo do mês, a Rede D’Or e Bradesco Seguros juntaram forças para criar uma empresa de hospitais que abre as portas já no segundo semestre, com três unidades da bandeira São Luiz. Juntos demandaram investimentos de R$ 1,1 bilhão.

Empresas adotam selo ‘age-friendly’

A filial brasileira da multinacional francesa de medicamentos Sanofi se tornou, neste ano, a primeira empresa no país a receber o selo age-friendly (algo como “amigável à idade”, em inglês), criado há 17 anos pelo americano Age-Friendly Institute. A iniciativa surgiu como resposta ao envelhecimento populacional.

A ideia é ajudar os candidatos com mais de 50 anos a encontrar uma vaga de trabalho compatível com a sua experiência, sem discriminação de idade. O selo reconhece as empresas que valorizam os 50+ por conhecimento, maturidade, confiabilidade e produtividade.

“Trouxemos essa certificação para o país no começo deste ano. Temos cinco empresas com o selo até agora e outras quatro em processo de certificação”, disse Mórris Litvak, fundador e presidente da Maturi.

Destas cinco, três são farmacêuticas —além da Sanofi, a Takeda e a Eurofarma— e duas são varejistas —o Grupo Pereira (dono das redes Comper e Fort Atacadista, entre outras) e Grupo São Vicente, do interior paulista.