Hypera com recomendação de compra e RD como neutra: a visão do Morgan para setor

Um estudo do Morgan Stanley aponta que, entre este ano e 2035, o mercado farmacêutico deve crescer a uma taxa composta anual (Cagr) de 10%, sustentado pela maior acessibilidade a medicamentos e pelo envelhecimento da população. Essa expansão abre espaço para uma corrida entre os genéricos, que avançam com descontos cada vez mais agressivos, e os medicamentos inovadores, como os GLP-1, voltados para diabetes e obesidade, que ganharam protagonismo nas prateleiras.

É por causa desse cenário que a Hypera (HYPE3) aparece como um nome que chama atenção do banco. Hoje negociada a um múltiplo de preço sobre lucro estimado para 2026 em torno de sete vezes, a companhia, segundo os analistas, parece ser subestimada pelo mercado. A ação, que nesta terça-feira (9) é negociada a cerca de R$ 23,50, para os analistas está barata em relação ao potencial de crescimento, já que a empresa deve acelerar suas vendas com lançamentos previstos para os próximos anos.

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A era do dono/influenciador

João Adibe (Cimed): transformou a própria imagem em canal de marca (mais de 4 milhões de seguidores no Instagram). A Cimed faturou R$ 3,6 bi em 2024 (+22%) e fechou dezembro com R$ 500 mi no mês. Em entrevista, Adibe defende que “produto sem cara não vende” — tese alinhada ao aumento de investimento em mídia e construção de marca da companhia.

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Eurofarma deve iniciar produção em Montes Claros ainda em 2025

Neste mês, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu a Autorização Especial (AE) da unidade, ato de competência exigido para as atividades de armazenamento, distribuição, embalagem, expedição, fabricação e reembalagem, envolvendo substâncias sujeitas a controle especial ou com os medicamentos que as contenham. O deferimento do pedido foi publicado pela autarquia na última segunda-feira (8).

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