Governo decide elevar mínimo e tabela do IR
Reajustes valerão a partir de maio e obriga equipe econômica e encontrar espaço no orçamento
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Veja maisA lista de 20 medicamentos mais prescritos no país inclui 15 genéricos. É o que aponta uma análise da Close-Up International, que confirma a consolidação dessa categoria cuja implementação no Brasil completa 24 anos.
A relação reúne remédios consagrados como amoxicilina e azitromicina, que ocupam respectivamente a segunda e terceira posições no ranking de prescrições. O losartana também aparece com destaque, sendo o quinto colocado.
Veja maisA ABIHPEC não revela os fabricantes que mais movimentam a corrente de comércio internacional, em função de políticas de compliance da entidade. Mas estimativas de consultorias como Euromonitor e Kantar indicam que 60% do fluxo de exportações e importações é originário de apenas sete grandes empresas – Natura & Co, Unilever, L’Oréal, Grupo Boticário, Colgate-Palmolive, P&G e Johnson & Johnson.
Veja maisA disputa pelo mercado de inibidores da proteína PCSK9, anticorpos monoclonais indicados para o tratamento de colesterol alto, está dividindo opiniões na indústria farmacêutica. A briga judicial já dura oito anos e envolve o Repatha (evolocumabe), da Amgen, e o Praluent (alirocumabe), da Sanofi/ Regeneron, medicamento semelhante, mas desenvolvido de forma independente. As informações são do Fierce Pharma e do Endpoints News.
Em outubro de 2014, a Amgen entrou com um processo no Tribunal Distrital de Delaware contra a Sanofi/ Regeneron por infração de patente. As farmacêuticas obtiveram a aprovação dos seus respectivos medicamentos junto à FDA com um mês de diferença em 2015.
Em 2016 um júri deu parecer favorável à Amgen forçando a Regeneron e a Sanofi a retirar o Praluent do principal mercado dos EUA. Em 2019, um juiz decidiu que certas reivindicações de duas patentes da Amgen cobrindo o Repatha eram inválidas, dando a vitória à Sanofi/ Regeneron.
Após uma rejeição em um tribunal federal de apelações em 2021, a Amgen entrou com uma petição na Suprema Corte, que ouvirá os argumentos no próximo dia 27 de março.
Este caso gira em torno da habilitação, em que alguém pode fazer e usar uma invenção, por meio de dados divulgados na patente e com informações conhecidas no campo ou indústria específica, “sem experimentação indevida”, de acordo com o Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos. Em sua defesa, a Sanofi alega que a Amgen está tentando patentear um gênero de anticorpos que eles próprios não habilitaram.
Veja maisOs preços dos medicamentos dispararam 2,1% no mês, maior alta mensal desde o início da série histórica, em 1969.
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Veja maisEm entrevista ao Prática ESG, Alexandra Palt, referência em direitos humanos e vice-presidente executiva da L’Oréal, conta como a empresa se estruturou para aumentar a diversidade nas equipes e lançar produtos mais sustentáveis e inclusivos
Veja maisClaudia Borbolla é a nova gerente de relacionamento do Aché, com foco voltado à área de patient affairs.
Ela está há sete anos no laboratório e acumula mais oito de experiência setorial, com atuação em fabricantes como Avon e Torrent Pharmaceuticals.
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