Lula reclama de programa para a indústria

Lula reclamou que a proposta não continha pontos concretos, dando margem para as críticas de que se tratava de uma reedição de medidas antigas. Também apontou falhas no documento, como problemas nos prazos para cumprimento das metas estabelecidas.
O presidente afirmou durante a reunião com alguns ministros, logo antes do evento, que alguns dos integrantes da Esplanada queriam metas mais concretas. Isso não foi incluído no plano por não ter sido combinado com antecedência com o Mdic e a Casa Civil.

Diante da falta de consenso entre os ministros, a solução tomada pelo governo foi a de colocar as metas sob análise por um período de 90 dias após o plano ser lançado. A decisão por essa alternativa foi tomada na sexta-feira anterior ao anúncio, segundo relatos, e só levada a Lula na segunda-feira.

Em março do ano passado, Lula já havia criticado durante reunião ministerial os membros do seu governo que divulgavam “genialidades” sem discutir as propostas com a Casa Civil.

Nos bastidores, alguns aliados do vice-presidente Geraldo Alckmin buscaram minimizar o mal-estar com as críticas de Lula.

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Personalização de cosméticos no radar regulatório da Anvisa

A Anvisa aprovou a Agenda Regulatória (AR) para o ciclo 2024-2025 e um dos temas selecionados é a personalização de cosméticos. Segundo reportagem da Cosmetic Innovation, a escolha do tema reflete a importância crescente desse segmento e a necessidade de sua regularização.

A personalização de cosméticos refere-se à formulação de produtos de beleza de acordo com as necessidades específicas de cada consumidor, considerando fatores como tipo de pele, preferências pessoais, condições climáticas e questões de saúde.

Esta abordagem apresenta uma série de benefícios para os consumidores, mas a Anvisa destaca a importância da regulamentação adequada para garantir a segurança e a qualidade desses produtos.

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Grupo FarmaBrasil: Novo programa industrial foi feito mais com o ‘pé no chão’

O presidente do Grupo FarmaBrasil, Reginaldo Arcuri, avalia que o novo programa de incentivo à política industrial, lançado pelo governo federal nesta segunda-feira, 22, é positivo e visto com bons olhos pelas empresas. “A sensação é de que é uma coisa feita mais com o pé no chão”, avaliou. O grupo representa empresas como Aché, Apsen, Eurofarma, Hypera Pharma e Libbs.

O executivo pontuou que, embora o programa, chamado de Nova Indústria Brasil, não tenha trazido grandes surpresas, preferindo apostar no aperfeiçoamento de medidas já em andamento, o programa tem seu mérito e propõe algumas novidades com execução viável.

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