Em dois anos, o setor de remédios de alto custo prevê dobrar de tamanho no Brasil, com o volume de gastos saltando de US$ 20 bilhões para US$ 38,4 bilhões. O valor galgaria o país à sexta posição global, à frente de mercados mais maduros, como Canadá, Espanha, Índia, Itália, México e Reino Unido. E sete tendências prometem puxar o crescimento dessa categoria.
O país atraiu em 2022 numerosos investimentos de farmacêuticas multinacionais, atentos ao progresso do envelhecimento populacional. Dados do IBGE apontam 32,9 milhões de brasileiros com mais de 60 anos, número equivalente a 15% da população. Há uma década esse índice era de 11%. A japonesa Daiichi Sankyo ingressou na divisão de oncologia, enquanto a biofarmacêutica suíça incrementou os aportes em seu laboratório de inovação na capital paulista. Já a Bristol-Myers Squibb criou uma gerência estratégica de contas para reforçar elos com pagadores institucionais e governos.
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