Câncer de mama: droga reduz em 32% risco de recidiva

O abemaciclibe, droga para tratamento de câncer de mama de alto risco, teve sucesso na redução de 32% do risco de recidiva, isto é, de retorno do tumor, após cinco anos de uso do medicamento.

Além disso, a droga também mostrou benefícios comparáveis ao uso por dois anos, indicando uma maior chance de sobrevida livre da doença no intervalo analisado, com um perfil de segurança (incidência de efeitos adversos) também elevado.

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Hypera (HYPE3): o que esperar para o balanço do 3º tri?

A Ágora Investimentos aguarda que a Hypera (HYPE3) registre resultados fracos no terceiro trimestre deste ano, devido aos baixos crescimentos da receita e do sell-out (venda ao consumidor final) de 4,5% e 6% em base anual, respectivamente.

Analistas projetam que a empresa entregue uma receita 2% menor que a orientação (guidance) no ano de 2023, mas que ainda atinja ou supere o guidance em relação ao EBITDA (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e lucro líquido.

Nesse sentido, revisaram o preço-alvo para 2024 para R$ 51,00 (de R$ 56,00), com recomendação de compra, após reduzir nossa perspectiva de crescimento de receita para o período entre 2023 e 2025.

A alteração se deve às vendas ao consumidor final (sell-out) mais fracas, relacionadas a gripes e doenças respiratórias no 2S23 e à estratégia da empresa de reduzir descontos em genéricos para manter a lucratividade, de acordo com os analistas.

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Eurofarma antecipa uso de energia renovável no complexo industrial da cidade paulista Itapevi

A Eurofarma anunciou nesta terça-feira (24) que antecipou o uso de energia renovável produzida no parque eólico Assuruá 4, na Bahia, e que abastece suas operações industriais localizadas na cidade de Itapevi (SP).

O complexo de 70 mil metros quadrados reúne a fábrica, prédios administrativos, creche para os filhos dos colaboradores e o centro de inovação Eurolab. A energia produzida em Assuruá 4 deve suprir também as necessidades futuras da companhia.

O complexo de Assuruá 4 é operado pela Omega Energia e tinha previsão para iniciar operações somente em novembro. O rápido avanço das obras, no entanto, permitiu iniciar já em julho a produção de energia renovável no parque de 43 aerogeradores.

A iniciativa faz parte do objetivo da Eurofarma em reduzir emissões em 260 mil toneladas de carbono até 2038. Futuramente, a empresa utilizará energia renovável também nas unidades em Montes Claros (MG), Ribeirão Preto (SP) e São Paulo.

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Ressaca? Cimed lança nova linha de produtos para antes, durante e depois de beber

Farmacêutica estreia no segmento antirressaca com Ressaliv e prevê faturar R$ 100 milhões; cantor Nattanzinho é o embaixador da marca
Como parte da estratégia de explorar novas categorias e ampliar o leque de consumidores, a Cimed anuncia nesta terça-feira, 24, com exclusividade à EXAME, o lançamento da marca Ressaliv, aposta da farmacêutica para estrear no segmento de produtos antirressaca e abocanhar fatia desse mercado que movimenta cerca de R$ 450 milhões no Brasil, segundo a Iqivia.

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MSD eleva projeção de receita para o ano, após vendas superarem estimativas

A MSD, conhecida como Merck nos Estados Unidos e Canadá, aumentou sua previsão de vendas em meio ao aumento da demanda por Keytruda, um medicamento contra o câncer que responde por 40% da receita, e por um polêmico tratamento contra a covid.

Espera-se agora que as vendas anuais totais cheguem a US$ 60,2 bilhões, acima das previsões anteriores que ascendiam a US$ 59,6 bilhões, informou a companhia na quinta-feira, ao divulgar os lucros do terceiro trimestre.

A MSD tem aproveitado a sorte do Keytruda à medida que novos estudos mostram que ele funciona em um número crescente de tipos de câncer. A empresa está aproveitando ao máximo a receita do medicamento, antes de enfrentar a concorrência dos genéricos e as renegociações de preços do governo dos EUA no final desta década.

A MSD não deu metas individuais de produtos, com exceção da pílula contra covid Lagevrio, que prevê gerar cerca de US$ 1,3 bilhão em vendas neste ano. Isso é superior à previsão de US$ 1 bilhão há três meses.

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Como funciona a empresa que se organiza por habilidades

m vez de estarmos fixados em descrição de cargos e funções tradicionais é hora de pensarmos em organizar o trabalho por habilidades. No célebre livro “Reinventando as Organizações”, o autor Frederic Laloux apresenta um novo sistema para organizar o trabalho. Chama as empresas que adotam um novo formato de organizações Teal. Elas são caracterizadas por estrutura auto-organizada e um profundo senso de propósito. A gestão é distribuída, equipes operam com alto grau de autonomia. Decisões são tomadas por aqueles mais próximos do problema, a hierarquia é mínima.

Os modelos sugeridos por Laloux são disruptivos e difíceis de serem implementados porque mexem com um aspecto central das organizações: a dinâmica de poder. Embora distante da maioria das empresas, reflexões sobre descentralização de poder e equipes autodirigidas são uma luz para referenciar a transformação nas estruturas.
Essa caminhada para moldar uma estrutura mais ágil pode ser feita de forma gradual. Nesse contexto entra a gestão por habilidades. Empresas como Bayer, Novartis e Coca-Cola vêm discutindo e implementando formatos nessa direção. No Brasil, a CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) é um exemplo de empresa que busca novos formatos.

Uma organização dirigida por habilidades coloca as competências dos seus colaboradores no centro das decisões e operações. O foco é garantir que as pessoas sejam alocadas em tarefas e projetos com base em suas habilidades e conhecimentos, a fim de maximizar a eficiência, a produtividade e a satisfação. A organização prioriza a correspondência entre as habilidades, competências, experiências dos funcionários e as funções que desempenham.

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