Descongestionante em remédios para resfriado não funciona, diz painel da FDA
Fenilefrina foi considerada ineficaz; não é necessário, porém, se desfazer de medicamentos com a substância
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Veja maisO médico não pode participar de propaganda enganosa de qualquer natureza, nem de publicidade de medicamento, insumo médico, equipamento, e quaisquer alimentos que induzam a garantia de bom resultado.
Veja maisPor enquanto, existem somente cinco registros na categoria de terapias avançadas, que inclui produtos para doenças raras ou linhas de tratamento oncológico fabricados por Novartis, Janssen e Gilead.
Um deles é o Zolgensma, da Novartis, cujo custo elevado –que pode superar R$ 8 milhões, segundo operadoras– vem preocupando executivos do setor de planos de saúde.
Também classificado como terapia avançada, o Kymriah atua por meio da retirada de células T do sangue do paciente para colocar um novo gene e atingir as células cancerosas do corpo, segundo a fabricante Novartis.
Em nota à Folha, a farmacêutica afirma que vem acompanhando a discussão. Segundo a empresa, este é um tema amplo e que diz respeito a todo o ecossistema de saúde.
De acordo com a nota técnica da ANS, os produtos em questão não são medicamentos comuns, mas uma “cadeia de produção e manipulação gênica, envolvendo etapas que, segundo a regulamentação sanitária, precisam estar estabelecidas e registradas para a adequada utilização”.
Ainda conforme o documento, “mesmo ao se realizar todo o processo de forma padronizada e dentro das especificações, há ao final o risco de que o produto a ser dispensado e aplicado não preencha as características necessárias estabelecidas como critérios clínicos para a eficácia do produto”.
Procurada pela reportagem, a ANS afirma que sua decisão “foi no sentido de proteger o consumidor, pois torna indispensável o estudo da terapia por meio da avaliação de tecnologias em saúde e privilegia a participação social”, diz o órgão em comunicado.
Entre os pontos da análise para a definição das novas regras, a agência diz também que a necessidade de criar uma regulamentação específica sobre o tema e as características de preparo de alguns destes produtos sugerem que eles não são comparáveis aos medicamentos até então registrados na Anvisa, tanto pela complexidade de sua produção, quanto pelo seu custo.
Veja maisA Abicann (Associação Brasileira das Indústrias de Cannabis) reclamou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que a Receita Federal, órgão vinculado à pasta, impôs à importação dos medicamentos à base de cannabis uma fiscalização “acima do normal”, o que está prejudicando pacientes.
A associação afirma que os fiscais criam mais dificuldades no aeroporto de Guarulhos (SP), mesmo verificando que os produtos estão acompanhados de receitas médicas e autorização da Anvisa.
OUTRO LADO: Fiscais afirmam que têm um volume grande demais para verificar e que retenção se refere a 11 importadores
Pesquisa investigou ação em nível celular de tratamento em camundongos, sugerindo passos futuros para terapia em humanos
Veja maisUm estudo recente, por exemplo, mostrou que uma estatina reduziu significativamente o risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares cerebrais entre adultos de meia-idade e idosos com HIV, e pode revelar informações biológicas sobre a razão pela qual esse grupo tende a envelhecer mais rapidamente do que outros. E uma série de hospitais acadêmicos criaram clínicas especializadas para idosos com o vírus, oferecendo médicos especialistas, bem como assistentes sociais, conselheiros sobre abuso de substâncias, psicólogos e nutricionistas.
Veja maisA 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu, por unanimidade, que uma operadora de plano de saúde deve custear tratamento com medicamento prescrito pelo médico para uso “off-label” (ou seja, fora das previsões da bula).
De acordo com o colegiado, se o medicamento tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – como no caso dos autos –, a recusa da operadora é abusiva, mesmo que ele tenha sido indicado pelo médico para uso off-label ou para tratamento em caráter experimental.
Na origem do caso, uma beneficiária do plano de saúde ajuizou ação contra a operadora para pleitear o custeio do medicamento antineoplásico Rituximabe, administrado durante a hospitalização para tratamento de complicações decorrentes de doença autoimune.
Veja maisInformações coletadas são usadas para gerir estoque, suprir requisitos regulatórios e, também, para a inclusão em programas de fidelidade — que é voluntária e pode ser desfeita
Veja maisPerfil das transações começa a mudar no segundo semestre, com a retomada da consolidação entre empresas rivais
Veja maisRanking, divulgado pela Forbes, informa que fortunas somadas chegam a R$ 38,1 bilhão.
João Alves de Queiroz Filho: Natural de Goiânia, o empresário é um dos maiores acionistas da Hypera Pharma e criador da Hypermarcas, que vende produtos variados como remédios e produtos de beleza. Sua fortuna está avaliada em US$ 1,9 bilhões.