FT: China muda perfil de investimentos na América Latina para competir com EUA
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Veja maisUm cacto do Nordeste pode significar uma nova fase no tratamento de feridas e até mesmo condições dermatológicas como as dermatites e a psoríase. E tudo por causa do trabalho de um farmacêutico em formação. As informações são do CFF.
O farmacêutico cearense Igor Gomes desenvolveu um medicamento à base da palma forrageira (Opuntia sp.) para seu trabalho de conclusão de curso (TCC).
Segundo o pesquisador “este produto traz uma perspectiva para várias possibilidades terapêuticas, como queimaduras, tanto solares, quanto por agentes químicos; como ferimentos, cortes e lesões causadas por doenças como a dermatite atópica e a psoríase”.
Veja maisA fonte da Cimed secou? Após altos investimentos em publicidade em 2023, o ano novo começou diferente para a farmacêutica brasileira. Dois sinais de um “aperto no cinto” vêm dos investimentos no futebol. As informações são do UOL.
Segundo a reportagem, a farmacêutica teria procurado o Palmeiras para rediscutir o contrato atual de patrocínio, o que teria gerado uma resposta imediata da equipe paulista, que retirou os logos da companhia em recente coletiva de imprensa.
O vínculo atual é válido até o fim do ano, mas já previa novas negociações ao fim de 2023. Desde a virada, ambas as partes estariam negociando, sem chegar a um acordo.
Outro investimento da farmacêutica brasileira no esporte, e com parceria de longa data, era destinado ao patrocínio da Seleção Brasileira de futebol. O laboratório era parceiro do time canarinho desde 2016.
Mas o contrato não foi renovado neste ano. A crise política vivida pela CBF surgiu como uma suposta alegação.
Veja maisNo início do ano, cientistas da Universidade de Harvard e da empresa suíça Hoffmann-La Roche, da área da saúde, desenvolveram um antibiótico com potencial para combater uma perigosa bactéria para a qual ainda não há tratamento específico, e classificada como patógeno prioritário pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A Acinetobacter baumanii, também conhecida pela sigla Crab, em inglês, é uma bactéria que se caracteriza por ser altamente resistente aos antibióticos, muito em função da presença de duas membranas de proteção, uma interna e outra externa, em sua estrutura.
O estudo de Harvard e da Hoffmann-La Roche, cujos resultados foram publicados na revista científica Nature no dia 3, teve por objetivo justamente desenvolver uma molécula que fosse capaz de atravessar as membranas duplas e matar a bactéria. Depois de anos de trabalhos, e examinando 45 mil pequenas moléculas, os cientistas chegaram ao desenvolvimento da zosurabalpina, medicamento que, na prática, inibe a Acinetobacter baumannii de realizar a ação de enviar moléculas chamadas lipopolissacarídeos para a membrana externa, tornando-as menos resistentes.
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Veja maisA Cimed não teve sua marca exposta na coletiva de imprensa de Leila Pereira, presidente do Palmeiras. Algo parecido, aliás, ocorreu nas apresentações de Caio Paulista, Bruno Rodrigues e Aníbal Moreno. Afinal, clube e empresa discutem um novo vínculo.
No entanto, o atual contrato ainda não se encerrou. A farmacêutica tem documento assinado com o Verdão até dezembro de 2024. Todavia, uma cláusula prevê nova roda de conversas em 2023. E, por isso, as partes voltam a dialogar.
No primeiro contrato, a empresa teria sua marca no microfone nas coletivas, além de estar presente nas faixas dos times masculino e feminino, no painel que fica atrás do entrevistado, entre outras propriedades.
A farmacêutica não está satisfeita. Existem problemas com o marketing do Verdão, conforme noticiou o “Uol”, e é feita uma competição na mesma parceria com o Cruzeiro. Já o Verdão deseja renovar o vínculo.
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