Crise do setor imobiliário comercial deixa bancos na berlinda nos EUA
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Veja maisConsiderando somente o Brasil, a receita cresceu 9% sobre o ano anterior e totalizou R$ 7,3 bilhões. A participação de mercado atingiu 10%.
Mas foi o Exterior o principal impulso para incrementar o faturamento da Eurofarma. As operações em países como Chile, Colômbia, Equador, México e Peru tiveram alta de 39% e movimentaram R$ 1,8 bilhões. O mercado internacional já representa 20% do volume de negócios.
Um dos carros-chefes da atuação internacional do laboratório vem sendo a Genfar, fabricante colombiana cuja aquisição foi concluída no ano passado. Com planta na Colômbia e presença no Equador e Peru, a indústria farmacêutica pertencia à Sanofi e passou a ser o braço de genéricos da Eurofarma em toda a América Latina, com exceção do Brasil.
O faturamento da Eurofarma teve como principais âncoras as unidades de prescrição, em especial de medicamentos oncológicos, genéricos e OTC. As aquisições de marcas e licenças da Sanofi concretizadas no segundo trimestre – além da Genfar, Valda e Medimetriks – agregaram R$ 389 milhões à receita líquida.
Outro estímulo para os resultados foi o lançamento da marca OAZ de cuidados pessoais, incluindo protetor solar, hidratantes e enxaguante bucal.
O ritmo de lançamentos foi intensificado a partir de um aporte de R$ 615 milhões em pesquisa e desenvolvimento. A farmacêutica brasileira fechou 2023 com mais de 350 projetos no pipeline de inovação incremental. O ano teve mais de 200 novos produtos.
Veja maisO CCO da Cimed, Erich Shibata, participou do G4 Day, evento promovido pelo G4 Educação nesta terça-feira (26), em São Paulo. No painel “CMO Talk”, o executivo reconheceu estar em um “negócio muito complexo” e, por isso, a farmacêutica tomou a decisão de usar o CEO, João Adibe, como rosto da marca.
“Trabalhamos em um negócio muito complexo. Eu preciso provar que meu remédio é bom, então tomamos a decisão de colocar alguém [como rosto da marca]que dê a cara a tapa, porque se o remédio for ruim, vão saber a quem reclamar. Decidimos, em um determinado momento, tirar vários influenciadores que tínhamos, e focar no João Adibe. Ele evoluiu muito nos últimos cinco anos e, para mim, é o melhor cara por estar engajado no negócio”, avaliou Shibata ao BP Money.
Conhecida por sua marca e sua cor amarela, a Cimed passou por esse processo de transição há cinco anos, justamente quando Shibata e Adibe passaram a comandar a farmacêutica.
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Veja maisUma nova cadeira foi adicionada às reuniões da alta gestão. É a do diretor de visão de negócios ou chief visionary officer (CVO, na sigla em inglês), profissional contratado para “encaminhar” a organização em direção ao futuro. A ideia é que o executivo planeje as rotas necessárias para que a companhia se perpetue no mercado, explica o headhunter David Braga, CEO da Prime Talent Executive Search, consultoria de seleção de gestores, presente em 30 países. “Diante das constantes mudanças no cenário econômico global, da necessidade de inovação, novas regulamentações setoriais e forte concorrência, as companhias procuram candidatos com experiência para assumir o papel de CVO”, diz o executivo, que deve concluir uma contratação para a indústria automotiva nas próximas semanas.
Em média, o salário mensal na posição vai de R$ 25 mil a R$ 80 mil, dependendo do porte do empregador, segundo recrutadores. Em menos de oito meses, pelo menos quatro companhias, de diferentes setores, selecionaram ou promoveram quadros para a função, no Brasil. “O cargo é mais comum em empresas de tecnologia e startups, em que visões estratégicas e inovadoras são valorizadas”, pontua Ana Carla Guimarães, diretora de recrutamento na consultoria de recursos humanos Robert Half.
O perfil exige competências como saber liderar planos de inovação, identificar oportunidades de negócios e desenvolver parcerias duradouras. “O CVO não pode se apegar a ideias fixas, pois o que funciona hoje provavelmente será copiado pelos concorrentes ou ficará obsoleto amanhã”, ressalta Braga, da Prime Talent. “Cabe a ele pensar em novos contratos, introduzir recursos nos produtos à venda e encontrar maneiras de surpreender os clientes.”
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