Farmacêutica atrasou remédio contra HIV para aumentar lucros

Um remédio contra HIV teve seu lançamento atrasado por uma indústria farmacêutica para maximizar os lucros. É o que aponta o New York Times após ter acesso a documentos internos da companhia. As informações foram reproduzidas pelo jornal O Globo.
Mas o que explica o atraso do remédio contra HIV? Na época, a Gilead Sciences já comercializava duas versões do tenofovir para o combate ao HIV. Uma delas perderia a patente em 2017. A extensão dessa proteção, porém, permitiria a manutenção dos preços altos desses medicamentos.

Mesmo com os benefícios comprovados do remédio que estava em desenvolvimento, os executivos concluíram que a nova versão poderia criar uma concorrência com os produtos do seu próprio portfólio. Mas o atraso no lançamento até as vésperas do vencimento das patentes ajudaria a farmacêutica a assegurar a lucratividade por um período mais prolongado.

Apenas em 2015 a farmacêutica lançou o novo tratamento e suas patentes estão garantidas até 2031.

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Farmarcas e L’Oréal fecham parceria

Para levar produtos de beleza acessíveis a todos os seus pontos de venda, a Farmarcas fechou uma parceria com a L’Oréal. O objetivo do trabalho conjunto é ampliar a participação das redes associativistas na venda de cosméticos e dermocosméticos no mercado nacional.

Anteriormente, esse setor estava concentrado em poucos players, sendo que 82% das vendas ocorriam nas redes corporativas de farmácias.

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