PIB negativo no 2º tri entra no radar, diz economista
Economia brasileira cresceu 0,7% no primeiro trimestre na leitura do Monitor do PIB, mas enchentes no RS vão ter impacto no desempenho de abril a junho
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Veja maisO Mounjaro (tirzepatida), primo rico do Ozempic (semaglutida), foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), em setembro do ano passado, para tratamento de diabetes tipo 2. Assim como seu “primo”, é utilizado no tratamento de obesidade. Porém, o medicamento ainda não pode ser comprado nas farmácias brasileiras e, na conversão, o preço sai por mais de R$ 5 mil por tubo.
O fármaco tirzepatida é um receptor dual de GIP (polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose) e agonista (enzima capaz de se ligar a um receptor celular e ativá-lo) do receptor GLP-1 (Glucagon-like Peptide-1, na silga em inglês).
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Veja maisA farmacêutica Biomm fechou mais uma parceria para fornecer um biossimilar de medicamentos para diabetes e emagrecimento. Desta vez, é com a chinesa Kexing Biopharm para trazer ao Brasil o similar dos remédios Saxenda e Victoza que são produzidos com uma molécula chamada liraglutida e cuja a patente cai já no segundo semestre deste ano.
A Saxenda movimenta vendas de R$ 599 milhões e o Victoza, R$ 90 milhões, por ano, no mercado brasileiro — ambos pertencem à Novo Nordisk.
A diferença entre esses dois medicamentos e o famoso Ozempic é que esse último tem como princípio ativo a molécula semaglutida que permite aplicações semanais. No caso da liraglutida, que tem uma tecnologia anterior, a aplicação é diária.
O custo dos três remédios é bem parecido. “Há casos de pacientes em que a dosagem precisa ser menor, há menos efeitos colaterais”, disse Heraldo Marchezini, presidente da Biomm.
A patente do Ozempic cai no fim de 2026. Ou seja, a farmacêutica brasileira já começa a apurar ganhos com a febre das canetas para emagrecimento no começo de 2025, estima o presidente da Biomm.
Ele disse que ainda não é possível estimar qual será o preço do biossimilar do Saxenda e Victoza. Ambos, são comercializados em média por R$ 250, cada caneta. O Ozempic custa de R$ 800 a R$ 1 mil, com aplicação uma vez por semana.
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