Ação da Hypera (HYPE3) tem alta firme após resultados do primeiro trimestre

“As vendas orgânicas continuam a ficar abaixo do setor, com pressões na margem bruta sendo compensadas por maior controle de despesas”, comentam. As piores condições de capital de giro reduzem a capacidade da Hypera de diminuir sua alavancagem.

O crescimento da receita da Hypera Pharma de 7,6% no primeiro trimestre em base anual superou a projeção de alta de 6%, mas o capital de giro permaneceu fraco, com melhores níveis de estoque compensados por uma dinâmica mais desafiadora de recebíveis, diz o Goldman Sachs.

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‘Salada mista’ no 1T24 impõe cautela em recomendação de analistas; entenda – Money Times

A Hypera (HYPE3) reportou resultados “mistos” no primeiro trimestre de 2024 (1T24), com melhorias no lucro e na geração de caixa, mas aumento do capital de giro. Os bancos e corretoras, como XP Investimentos, BTG Pactual e Itaú BBA, têm visões diferentes para as ações, que vão desde “neutro” a “outperform”.

As ações HYPE3 apresentavam alta de 5,78% às 15h13 desta segunda-feira (29).

Para Rafael Barros e Raphael Elage, analistas da XP, a margem Ebitda em 34,4%, representando uma estabilidade anual, foi impactada por uma menor utilização da capacidade devido a férias coletivas e pior mix de vendas.

Enquanto isso, a redução das despesas de marketing, despesas gerais e administrativas e diluição das despesas com vendas impulsionaram a margem.

Para Marcel Zambello, Samuel Alves e Yan Cesquim, analistas do BTG, os resultados seguiram em linha com as expectativas, com a continuidade de uma melhor gestão de estoque podendo representar riscos de surpresas positivas para as estimativas.

Para os próximos trimestres do ano, a maior parte da expansão do DRE e da geração de caixa não é esperada pelos analistas do BTG.

Já o BBA, em relatório assinado por Vinicius Figueiredo, Lucca Generali Marquezini e Felipe Amancio, diz que a visão para a Hypera ainda é defensiva para o longo termo, com um portfólio diverso e uma posição forte em um setor rentável.
Tanto a XP quanto o BTG têm recomendação neutra para as ações. O BBA, por sua vez, mantém a indicação de outperform.

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Primeiro medicamento regenerador de dentes do mundo entra em testes no Japão

Uma startup japonesa lançará testes clínicos em setembro do que se acredita ser o primeiro tratamento que pode regenerar dentes.

A Toregem Biopharma pretende lançar o medicamento com anticorpos no mercado em 2030 para pacientes que perderam alguns ou todos os dentes desde o nascimento – uma condição conhecida como anodontia congênita.

A startup afiliada à Universidade de Kyoto espera eventualmente oferecê-lo também para aqueles que perdem dentes mais tarde na vida. Ela anunciou os ensaios clínicos na quinta-feira.

O anticorpo tem como alvo uma proteína específica que inibe o crescimento dos dentes. Testado em animais como ratos, estimulou o desenvolvimento de botões dentários na mandíbula, causando a formação de novos dentes.

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Biomm fecha acordo para comercializar insulina degludeca no Brasil

A Biomm fechou um acordo com a Huisheng Biopharmaceutical para a comercialização e distribuição do medicamento insulina degludeca no Brasil.

A insulina degludeca é análoga à insulina de ação prolongada, indicado para tratamento de diabetes mellitus, e pode ser usada em combinação com antidiabéticos orais, assim como com outras insulinas de ação rápida ou ultrarrápida.

O mercado de insulinas basais análogas no mercado brasileiro, segundo o IQVIA, é de R$ 717,6 milhões.

O medicamento ainda está sujeito à expiração da patente, obtenção do registro perante a Anvisa e à publicação do preço pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos.

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Pfizer tem lucro e receita acima das estimativas no 1º trimestre e eleva projeções para 2024

Os resultados ainda impulsionaram as projeções da companhia para 2024, à medida que as vendas de anticoagulantes e medicamentos contra o câncer ajudaram a se recuperar do boom da era pandêmica.

Nos primeiros três meses do ano a receita caiu 20% na base anual, para US$ 14,88 bilhões, também superando em muito a estimativa média de Wall Street de US$ 13,88 bilhões.

De acordo com o presidente da farmacêutica, Albert Bourla, as vendas do Paxlovid, medicamento usado no tratamento para covid-19, caíram em relação ao ano anterior, mas mostraram resiliência suficiente para sugerir que os consumidores confiam na marca. As vendas do Paxlovid caíram pela metade no primeiro trimestre, para US$ 2 bilhões.

A empresa destacou ainda que a demanda por anticoagulantes Eliquis e produtos oncológicos como Ibrance, Xtandi, Padcev e Adcetris impulsionaram as vendas.

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Japonesa Ono comprará farmacêutica americana Deciphera por US$ 2,4 bilhões

A Ono Pharmaceutical planeja comprar uma fabricante americana de medicamentos contra o câncer por US$ 2,4 bilhões em sua maior aquisição até agora. A empresa busca crescimento com novos candidatos a medicamentos, já que as principais patentes de sua imunoterapia contra câncer, Opdivo, expiram em 2028.

A Ono anunciou na terça-feira um acordo para adquirir todas as ações em circulação da Deciphera Pharmaceuticals, listada na Nasdaq, por meio de uma oferta pública, esperando concluir a venda no terceiro trimestre. O preço de US$ 25,60 por ação representa um prêmio de 74,7% sobre o preço de fechamento das ações da Deciphera na sexta-feira.

As ações da Deciphera fecharam a US$ 25,27 em Nova York na terça-feira, queda de 0,04% em relação ao dia anterior.

“Os resultados desta aquisição surgirão quando as vendas da Opdivo estiverem diminuindo devido à expiração da patente”, disse o presidente da Ono, Gyo Sagara, em um briefing na terça-feira.

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Biomm sobe 13,6% após acordo com a Fiocruz para produzir medicamentos para o SUS

Anúncio ocorre duas semanas após digulgação de que a empresa passará a distribuir medicamento similar do Ozempic.
Pela manhã, a Biomm informou que assinou, em 26 de abril, um protocolo de intenções com a Fundação Oswaldo Cruz, no qual foi proposto o desenvolvimento de um programa futuro de mútua cooperação voltado para plataformas produtivas de medicamentos para o tratamento de doenças metabólicas.

O objetivo é fortalecer o complexo econômico e industrial da saúde e oferecer maior autonomia do Brasil na produção de medicamentos para o Sistema Único de Saúde (SUS), com base nos princípios de reciprocidade e benefício mútuo.

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