‘Nunca quisemos ser milionários’: a brasileira em lista dos cem mais influentes de IA que oferece solução gratuita ao SUS

Outro nome que aparece na lista é da farmacêutica brasileira Ana Helena Ulbrich, moradora de Capão da Canoa, município do litoral norte do Rio Grande do Sul, que foi reconhecida pela Time pela ferramenta que ela e seu irmão, o cientista de dados Henrique Dias, criaram para resolver um problema do sistema de saúde brasileiro: reduzir o número de erros em prescrições médicas. Ao invés de uma startup, eles criaram um instituto sem fins lucrativos, a NoHarm, que cobra uma pequena taxa de hospitais privados para poder oferecer sua ferramenta gratuitamente aos hospitais públicos do Brasil.

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Juiz que decidiu sobre caneta emagrecedora defendeu laboratório beneficiado em causa semelhante

O desembargador Flávio Jardim, do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), deu no último dia 6 decisão em ação envolvendo o bilionário mercado das canetas emagrecedoras mesmo tendo atuado como advogado para uma das partes, há dois anos, e em causa idêntica à que agora julgou.

A decisão de Jardim, adotada em um sábado, suspendeu uma liminar que havia sido obtida pela dinamarquesa Novo Nordisk, atendendo a pedido feito 48 horas antes pela brasileira EMS, farmacêutica para quem o agora juiz advogou até 2023.

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Novos estudos ampliam doses e possibilidades da semaglutida para obesidade

Na última semana, dois novos trabalhos publicados em periódicos médicos de alto impacto expandiram as possibilidades da semaglutida, medicamento usado contra obesidade e diabetes e vendido sob diferentes marcas: Ozempic e Rybelsus (para diabetes) e Wegovy (para obesidade).

Na revista The Lancet, foi mostrado que uma dose injetável semanal de 7,2 mg garante perda de peso adicional em relação à dose atualmente aprovada de 2,4 mg –18,7% contra 15,6%. Os pacientes com a dose tripla também eram mais propensos a ter perdas de peso maiores, com 40% eliminando 25% ou mais do peso inicial.

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Pesquisa testa substância derivada de gergelim amazônico contra o AVC

Vem da Amazônia um candidato a medicamento que promete mexer numa das maiores dores de cabeça da saúde pública: o acidente vascular cerebral (AVC). Não se trata de nenhum elixir da floresta, mas um derivado do sésamo, o gergelim. A mesma semente que dá sabor e textura a pratos, pães e também é usada na fabricação de óleo, agora aparece como base de um extrato padronizado, o ST-165, que reduziu lesões cerebrais em animais e está prestes a tentar a sorte em humanos.

O impacto em saúde pública de um novo medicamento capaz de atenuar os danos do AVC é tremendo. Estima-se em 400 mil o número de casos ao ano no país, com 80 mil mortes e pelo menos um terço do total com sequelas.

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