EMS investe R$ 50 milhões na compra da Lifemedic e avança no Leste Europeu

Maior laboratório farmacêutico do País, a EMS adquiriu a empresa sérvio-eslovena Lifemedic, por R$ 50 milhões. O movimento marca o avanço do grupo brasileiro no Leste Europeu, onde entrou em 2017 com a aquisição da estatal Galenika, na Sérvia, por € 46,5 milhões (cerca de R$ 250 milhões). No início do ano, a empresa brasileira anunciou investimentos de R$ 195,3 milhões na empresa até 2025, após ter colocado R$ 10 milhões na operação nos últimos cinco anos. Os recursos destinados à nova aquisição, no entanto, estão fora do pacote previsto inicialmente. Segundo Ricardo Marques, presidente da Galenika, a reorganização da empresa tem sido uma experiência transformadora – literalmente.

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Citi reduz preço-alvo da ação da Hypera (HYPE3) após reajustar projeções

O Citi reduziu o preço-alvo para as ações da Hypera (HYPE3) de R$ 38 para R$ 36, mantendo a recomendação neutra, após incorporar os resultados do terceiro trimestre e a redução de projeções no modelo de valuation da empresa.

“O corte reflete algumas das preocupações levantadas em nosso recente rebaixamento de rating. Como resultado, cortamos nossas projeções de ganhos de 2023/24 em 2% e 3% [respectivamente] e reduzimos o preço-alvo para R$ 36”, diz o relatório assinado por Leandro Bastos e Renan Prata.

Os analistas dizem, no entanto, que a administração reiterou que a recente fraqueza nas vendas deverá ser de natureza transitória, enquanto os seus impulsionadores de longo prazo podem acelerar o crescimento através do seu portfólio robusto de marcas líderes, pipeline de inovação, vendas intuitivas e capacidade de produção crescente permanecem inalterados.

“Como uma fresta de esperança, saudamos a abordagem da empresa para reduzir a lacuna entre “sell-in/sell-out” [vendas para fornecedores/comercialização para o consumidor final] durante o quarto trimestre, o que esperamos que normalizará os estoques no canal até o fim do ano”, completa.

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Alckmin diz que Lula assinará decreto do Reiq para reduzir carga tributária da indústria química

“Vai reduzir a carga tributária da indústria química “, disse Alckmin nesta terça-feira na cerimônia de posse do novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, realizada em Brasília.

O Reiq foi criado em 2013 e prevê a isenção de Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) “na compra dos principais produtos usados na indústria petroquímica de primeira e segunda geração”, segundo o Mdic. Esses produtos serão posteriormente “transformados em fertilizantes, em princípio ativos para medicamentos, em plásticos, fibras, borrachas, tintas e insumos para alimentos e bebidas”.

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Entenda por que o rastreio de câncer de próstata não é recomendado por agências de saúde

Com a estimativa do Inca (Instituto Nacional do Câncer) de quase 72 mil novos casos de câncer de próstata a cada ano para o triênio 2023-2025, é de se esperar que as orientações de especialistas sejam as mesmas que para outros tipos de tumores: quanto antes a detecção, maiores as chances de tratamento e, possivelmente, cura.

Só que tanto no Brasil quanto em outros países do mundo, como nos Estados Unidos, não há indicação oficial para o chamado rastreamento do tumor de próstata nos homens.

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Antiácidos são criados via IA

Pesquisadores da Universidade de Nagoya, no Japão, criaram uma plataforma de inteligência artificial (IA) para o desenvolvimento de medicamentos antiácidos. As informações são do Canaltech.

O objetivo da tecnologia é criar uma nova geração de remédios para acidez no estômago, deixando para trás os atuais inibidores de bomba de prótons, como esomeprazol, omeprazol, pantoprazol e rabeprazol.

As primeiras descobertas da equipe com a plataforma e os caminhos para um novo medicamento antiácido, ainda mais eficaz que os disponíveis atualmente nas farmácias, foram publicados na revista Communications Biology. Os testes com humanos da nova medicação ainda não foram iniciados.

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Medicamento para doença falciforme tem registro cancelado

A Anvisa cancelou o registro do medicamento para doença falciforme Adakveo (crizanlizumabe), da Novartis. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, dia 30.

O Adakveo estava indicado para reduzir a frequência de crises vaso-oclusivas (CVOs) em pacientes adultos e pediátricos de 16 anos de idade ou mais com doença falciforme. O registro do produto foi concedido com base na RDC 205/2017, que permite a apresentação de Termo de Compromisso (TC) para medicamentos utilizados para doenças raras.

Segundo a Anvisa, o registro foi cancelado por falha na comprovação da eficácia do produto, observada no acompanhamento do TC firmado entre a empresa e a autarquia na época da concessão do registro sanitário. A decisão levou em consideração tanto a análise da documentação técnica apresentada, como reuniões com a empresa e consulta à Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH).

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