Qual o impacto da indefinição dos nomes para Anvisa e ANS?

No caso de registros de medicamentos, a percepção é de que a fila de espera aumentou, quando se compara com o ano passado. Há, de acordo com fontes ouvidas pelo JOTA, um certo temor, sobretudo da área técnica, de se tomar decisões sobre temas considerados mais delicados. O receio é que, diante de uma situação como a atual, o recomendável é esperar até que novos diretores assumam.

“A ausência de uma equipe completa aumenta a dificuldade de governança e manutenção da capacidade das agências”, avalia o presidente da Interfarma, Renato Porto. O presidente-executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, tem avaliação semelhante. “O que mais provoca estranhamento é o fato de a mudança ocorrer no mesmo governo. Acreditávamos que, nesta situação, a indicação dos nomes não seria algo difícil ou demorado”, afirmou ao JOTA.

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Doenças circulatórias entram no foco das farmas

Rodney Correia Ursini, diretor de marketing da unidade de prescrição do Aché, afirma que, com o processo natural de envelhecimento, ocorre o chamado envelhecimento vascular, caracterizado por aumento da rigidez arterial e por alterações na dinâmica circulatória. “Esse processo é influenciado por fatores de risco como hipertensão arterial, diabetes, obesidade e níveis elevados de colesterol, cujas prevalências também aumentam com a idade.”

“Avaliando o horizonte a longo prazo, esse cenário amplia significativamente a demanda por tratamentos e medicamentos específicos, elevando os custos para indivíduos, seguradoras e sistemas públicos de saúde”, afirma.

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